Enquete do PL 681/2022

Resultado

Resultado parcial desde 23/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 16 70%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 7 30%

O que foi dito

Pontos mais populares

concordo totalmente, pois ao ter como defender-se o futuro agressor desiste do seu atentado contra a mulher. pois só agride a mulher quando esta está indefesa ou com filhos nos braços, veja se um marido tenta agredir uma mulher que pratique artes marciais ou de defesa.

maria elisabeth leite da rocha 16/04/2022
2

Discordo totalmente! Sendo mulher, sei que é um plano sem sentido. Dar armas ou objetos cortantes não vai impedir que mulheres sejam agredidas. É muito arriscado, já que por conta de agressões verbais e outras muitas mulheres se encontram fragilizadas. Esses objetos de autodefesa podem se tornar os objetos que serão usados para nos agredir. Não se paga violência com mais violência!

Alessandra 10/08/2022
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto negativo: Todos são (deveriam ser) iguais perante a lei, mas esse PL é totalmente sexista, dando o direito à defesa da vítima com o uso de arma branca apenas para as mulheres. Entendo o problema das mulheres, mas a quantidade de homens que são agredidos e mortos é muito maior! O direito à proteger a própria vida deve ser de todos, não apenas das mulheres.

    Julio Cesar 25/04/2023
    0
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, a taxa de violência contra as mulheres cresce cada dia mais e mais, nunca tivemos se quer a chance de nos defender. Não se paga violência com mais violência, porém temos que ter algo a nosso favor também. Já somos um alvo frágil e fácil, por isso é tão alta essa taxa de violência mas se de alguma forma pudéssemos nos defender tenho certeza que muitas mulheres se salvariam em certos casos aos quais nem teríamos chances de lutar.

    Cristinahtpm 31/03/2023
    0
  • Ponto positivo: A quem possui melhores instruções de uso do artifício são mais adequas ao porte, entretanto, contando que o instrumento, ao estar no campo de visão do indivíduo apresenta-se ameaça ao mesmo ou a quem obtiver pretensão negativa com a mulher portadora do instrumento, é favorável. Além de ter grande chance de tardar qualquer ocorrido, pode não vir a impedir, mas é de grande favorecimento entre os segundos em que a pessoa pretende atacar a vítima e a reclusão ao visualizar a arma em posse da mulher.

    Maria Eduarda Meira 14/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Discordo totalmente! Sendo mulher, sei que é um plano sem sentido. Dar armas ou objetos cortantes não vai impedir que mulheres sejam agredidas. É muito arriscado, já que por conta de agressões verbais e outras muitas mulheres se encontram fragilizadas. Esses objetos de autodefesa podem se tornar os objetos que serão usados para nos agredir. Não se paga violência com mais violência!

    Alessandra 10/08/2022
    1
  • Ponto positivo: concordo totalmente, pois ao ter como defender-se o futuro agressor desiste do seu atentado contra a mulher. pois só agride a mulher quando esta está indefesa ou com filhos nos braços, veja se um marido tenta agredir uma mulher que pratique artes marciais ou de defesa.

    maria elisabeth leite da rocha 16/04/2022
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei