Enquete do PLP 22/2022

Resultado

Resultado parcial desde 19/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 15 68%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 7 32%

O que foi dito

Pontos mais populares

Discordo totalmente pois o aluno tem o direito de convivência com os demais alunos e professores e funcionários da escola. Aprender as matérias lecionadas e também a conviver com os demais alunos é de suma importância para seu desenvolvimento pessoal, além do qual privar uma criança e prende-la dentro de sua casa somente com selfies pode sofrer com mais tratos familiares e não ter para quem falar e denunciar.

maria elisabeth leite da rocha 23/04/2022
0

Crianças e adolescentes não pode ficar sem convivência com os demais alunos e professores, irão ser adultos com dificuldades em falar em público, tímidos, desenvolver fobias diversas .além de poderem conversarem sobre possíveis maus tratos familiares. É um retrocesso na educação.

maria elisabeth leite da rocha 23/04/2022
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Apesar de ter desavenças deve ser regularizado o aluno não vai ter dificuldade de socialização, mas de pensamento diferente BNCC entre a escola particular e público é a mesma mas a qualidade não a criança deve ser ponto central no debates a participação da família na educação super lotada em sala com um educador não trata como depósito de crianças e adolescentes as escolas, mas fazer que a família em outra forma participar órgão responsável e família, aprovando deve ter como base curricular.

    Viviane Ramos Rodrigues 10/11/2023
    0
  • Ponto positivo: A educação domiciliar, longe de impedir a socialização, propõe o que de muitos e muitos anos atrás sempre aconteceu, que as famílias possam proporcionar a educação de seus filhos. Desde quando o Estado é quem determina a educação? Isso é recente em termos da história humana. Países como os EUA, Canadá, Japão e Austrália apresentam ótimos índices educacionais dos estudantes domiciliares. O melhor argumento a ser apresentado são os próprios bons frutos desse tipo de educação.

    Leonardo Kassaoka 23/03/2023
    0
  • Ponto negativo: O Brasil enfrenta problemas graves de desigualdades sociais, violência doméstica e abusos sexuais. A escola oferece, além da educação formal, convívio social, acesso à cultura, além de atuar de forma importante contra os problemas citados. Grade parte dos abusos sexuais infantis são cometidos por parentes e são denunciados pelas escola. O PL desconsidera a realidade do país e coloca em risco a saúde, integridade e segurança de milhares de crianças e adolescentes.

    Verônica Costa 23/11/2022
    0
  • Ponto negativo: Crianças e adolescentes não pode ficar sem convivência com os demais alunos e professores, irão ser adultos com dificuldades em falar em público, tímidos, desenvolver fobias diversas .além de poderem conversarem sobre possíveis maus tratos familiares. É um retrocesso na educação.

    maria elisabeth leite da rocha 23/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Discordo totalmente pois o aluno tem o direito de convivência com os demais alunos e professores e funcionários da escola. Aprender as matérias lecionadas e também a conviver com os demais alunos é de suma importância para seu desenvolvimento pessoal, além do qual privar uma criança e prende-la dentro de sua casa somente com selfies pode sofrer com mais tratos familiares e não ter para quem falar e denunciar.

    maria elisabeth leite da rocha 23/04/2022
    0
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  5. PL 635/2021

    O Projeto de Lei 635/21 determina que o 13º salário, ou gratificação natalina, será isento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e da contribuição previdenciária. O texto está em análise na Câmara dos Deputados O 13º salário é um direito trabalhista garantido pela Constituição (art. 7º, inciso VIII). “O mandamento constitucional tem por objetivo proporcionar a percepção da chamada gratificação natalina de forma integral, sem tributação ou descontos”, afirma o autor da proposta, deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA). Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).