Não existem línguas afro-brasileiras plenas no Brasil, conforme a própria justificativa do deputado ao projeto. São línguas de usos especiais mais próximas de jargões. A língua do Cafundó, mencionada, não é mais falada. Pergunta-se como cooficializar uma língua que não existe mais? As "línguas" especiais faladas em quilombos e nas comunidades de terreiro não possuem todos os requisitos para figurarem como línguas cooficiais, infelizmente. Elas podem ser registradas no INDL, pelo menos.
Enquete do PL 577/2022
Resultado
Resultado parcial desde 15/03/2022
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 5 | 72% |
| Concordo na maior parte | 0 | 0% |
| Estou indeciso | 0 | 0% |
| Discordo na maior parte | 1 | 14% |
| Discordo totalmente | 1 | 14% |
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Ponto negativo: Não existem línguas afro-brasileiras plenas no Brasil, conforme a própria justificativa do deputado ao projeto. São línguas de usos especiais mais próximas de jargões. A língua do Cafundó, mencionada, não é mais falada. Pergunta-se como cooficializar uma língua que não existe mais? As "línguas" especiais faladas em quilombos e nas comunidades de terreiro não possuem todos os requisitos para figurarem como línguas cooficiais, infelizmente. Elas podem ser registradas no INDL, pelo menos.
Paulo Pilar 19/06/20230