Enquete do PL 542/2022

Resultado

Resultado final desde 11/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 13 59%
Concordo na maior parte 2 9%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 5%
Discordo totalmente 6 27%

O que foi dito

Pontos mais populares

Diminuirá muitíssimo o tempo para remoção de árvores que colocam em risco a vida e o patrimônio de muitos munícipes. Só quem já solicitou tal serviço, sabe o quanto é penoso. E enquanto aguarda-se o atendimento, que em alguns casos, pode chegar a UMA DÉCADA, ficamos expostos aos riscos de danos que podem ser irreparáveis.

Alexandre Paulo Borges 21/11/2022
1

Aí vai diminuir ainda mais a arborização das cidades... Se é sabido que as árvores de grande porte são as que geram os maiores serviços ecossistêmicos e ambientais? Como controlar as mudanças climáticas desta forma?

Marisa Franciele Maturana 19/10/2022
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Leis que dificultam o corte de árvores em terrenos particulares acabam desestimulando o plantio. Quem já precisou pedir autorização para remover uma árvore sabe como o processo pode ser caro, burocrático e desgastante. Qualquer decisão nesse sentido já ajuda, com o agravo de que se a árvore apresenta riscos deve ser removida.

    LEONARDO CARDOSO JUNIOR 06/05/2025
    0
  • Ponto negativo: não menciona colocar uma arvore adequada ao calçamento.

    ELAINE DE MELLO RATTO 08/03/2023
    0
  • Ponto positivo: só substituir para uma arvore adequada ao calçamento sem tirar a arborização.

    ELAINE DE MELLO RATTO 08/03/2023
    0
  • Ponto negativo: O problema real reside no fato que o órgão ambiental raramente age em tempo hábil e prejudica a população. Um orgão público competente não apenas diminuiria o ônus do proprietário, como aumentaria a segurança (Não existe prazo de 30 dias para um acidente acontecer) das pessoas e fiscalização. Concordo em parte. O cidadão não deveria ser penalizado pela ineficiência do governo, contudo há o risco de diminuir a arborização da cidade, criando ilhas de calor. Sem fiscalização adequada é inutil

    Camila Fonseca 17/01/2023
    0
  • Ponto positivo: Diminuirá muitíssimo o tempo para remoção de árvores que colocam em risco a vida e o patrimônio de muitos munícipes. Só quem já solicitou tal serviço, sabe o quanto é penoso. E enquanto aguarda-se o atendimento, que em alguns casos, pode chegar a UMA DÉCADA, ficamos expostos aos riscos de danos que podem ser irreparáveis.

    Alexandre Paulo Borges 21/11/2022
    1
  • Ponto negativo: Aí vai diminuir ainda mais a arborização das cidades... Se é sabido que as árvores de grande porte são as que geram os maiores serviços ecossistêmicos e ambientais? Como controlar as mudanças climáticas desta forma?

    Marisa Franciele Maturana 19/10/2022
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.