Enquete do PL 491/2022

Resultado

Resultado final desde 10/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 889 97%
Concordo na maior parte 21 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 5 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

A burocracia emperra o país e neste caso da regularização dos automóveis antigos ela é demorada e onerosa. Há um mercado ativo de restauração de antigos e está lei fará com que haja uma maior procura por parte dos proprietários na regularização e restauração, movimentando o mercado e gerando empregos.

Rei do Adubo 14/05/2022
25

Apesar da PL ser extremamente positiva, poderia dispor de um capitulo permitindo tambem a transferencia do veiculo , sob responsabilidade do adquirente, comprovando posse curta, pois se trata de veiculo antigo sem historico de sinistro.

Flavio Braga 18/10/2022
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 110 encontrados.

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  • Ponto negativo: Isso só irá aumentar o custo para os cidadãos, pois caso mude de cidade haverá necessidade de nova confecção de placa. Não vejo como isso traz segurança, pois quando pessoas má intencionadas pegam carros da cidade.

    John Richard Mollenahuer 20/09/2023
    0
  • Ponto positivo: A preservação de veículos antigos movimenta um grande mercado de fornecedores de peças e serviços de restauração e manutenção, além dos eventos que reunem colecionadores, todos contribuindo para a economia do país.

    Diego 22/02/2023
    8
  • Ponto positivo: São carros que fazem parte da nossa história, tê-los circulando devidamente regularizados é o ideal. Ao contrário vemos muitos carros ditos novos, grande parte importados, circulando sem a menor condição de segurança, como a falta de iluminação adequada ou até parados pelas estradas devido ao custo das peças importadas. Carros antigos, são apreciados pelos seus proprietários e a manutenção têm custo muito mais acessível.

    Tatiana Pacheco 10/12/2022
    7
  • Ponto positivo: Será um ótimo incentivo ao antigomobilismo que gera uma boa parcela de empregos e é importante para a economia

    João Victor Antônio Francisco 27/11/2022
    5
  • Ponto positivo: È de muita importância este projeto de lei, pois vai tirar da ilegalidade carros que perderam seus registros devido ao tempo e abandono e agora poderão voltar a legalidade, gerando receita nos mercados de auto peças antigas, em eventos de antigomobilismo que movimenta a economia local de muitas cidades onde esses eventos são realizados, e contribui para o aumento do acervo de veículos antigos no Brasil. obrigado e espero que dê certo.

    Marcos Pires Ramos 30/10/2022
    3
  • Ponto positivo: Facilitará e muito a vida das pessoas que batalham para manter a gigantesca frota de veículos antigos e de coleção, e certamente contribuirá com todo o círculo comercial que estes veículos movimentam por possibilitar os tais a voltarem a operacionalidade.

    Sathya Landa 27/10/2022
    3
  • Ponto positivo: Vai facilitar a vida de diversos colecionadores .

    Marin Olds 20/10/2022
    2
  • Ponto positivo: Tenho dois FORDS modelo t que são placas amarelas , possuo uma autorização que o Juiz deu para a viúva poder vender em 1982 , tenho um recibo de venda em meu nome com firma reconhecida datada de 2012 , portanto à 10 anos e não consigo regularizar meu documento, pois não existe mais o registro dia automóveis .

    Marin Olds 20/10/2022
    5
  • Ponto positivo: Estamos resgatando a história das motos carros antigos

    jeanluizmiller1 19/10/2022
    4
  • Ponto positivo: Ajudaria muito a preservar a história automobilística da Brasil, tenho dois veículos ainda com placas amarelas que, mesmo estando em excelente condições, não podem rodar vias públicas.

    Estevão Flavio Ciappina 19/10/2022
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    O projeto de lei 2564/25 do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO) altera a Lei dos Crimes Ambientais para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares na fiscalização ambiental. O texto proíbe o embargo baseado apenas na detecção remota de supressão de vegetação e prevê a notificação prévia ao autuado para apresentar esclarecimentos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo da medida é evitar o agravamento do dano, interromper sua ocorrência e resguardar a recuperação da área. Pelo texto, o agente de fiscalização poderá adotar medidas cautelares quando houver dano ambiental, mas tais medidas não poderão antecipar as sanções administrativas. Se isso ocorrer, o processo poderá ser anulado. Segundo Lucio Mosquini, a proposta busca diferenciar melhor a medida cautelar da sanção administrativa. Ele afirma que a medida cautelar tem caráter de proteção imediata, enquanto a sanção tem caráter punitivo. O deputado argumenta ainda que  áreas têm sido embargadas com base em apuração remota, sem oportunidade de defesa prévia. “Qualquer medida que possa impor prejuízo ao autuado deve ser precedida de ampla defesa e contraditório”, diz o autor. Próximos passos O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei