Enquete do PL 420/2022

Resultado

Resultado parcial desde 03/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 127 54%
Concordo na maior parte 11 5%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 13 6%
Discordo totalmente 80 34%

O que foi dito

Pontos mais populares

Independente de quanto a mãe ganhe, o pai precisa ajudar na criação do filho, que além da alimentação, gera gestos com escola, remédios, roupas, lazer, agua, luz , Internet...

Maria Neide da Silva Rosendo Conta 12/05/2022
19

Infelizmente não todas mas muitas mulheres vivem de pensão alimentícia. Em vez de dinheiro a justiça tinha que reverter o valor em alimentos, remédio vestimenta e educação. E só assim muitas iriam tomar vergonha na cara e caçar um trabalho

Leandro Silva Henrique 22/11/2022
39

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 39 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sou pai, vejo nesses debates e avaliações citando a "mãe" está em pontos negativo e injustiçada, sou pai e quero meu filho, pago 34,09% do salário mínimo, exijo que a mãe pague pelo menos o que eu pago. Não é questão de ser "mãe", é questão de ser justo. Sou pai e quero meu filho, e que a mãe pague por isso, haja visto que quem tem direito é criança.

    BRUNO SANTANA MACHADO 25/12/2024
    1
  • Ponto positivo: SO vejo Ponto positivo vai acabar com as injustiças e vingança por parte das mães cometidas aos pais nesse Brasil. Aprovem esse projeto de lei.

    Rodrigo Kede 02/08/2024
    1
  • Ponto positivo: Vamos legislativo aprovar essa lei e acabar com a injustiça do Brasil para os pais. Hoje termos a guarda compartilha, onde o pai também fica com o filho durante a semana e nos finais de semana. Por isso o gasto e muito maior ao pai, porque paga a pensão e mais as de pesas do filho em sua residência também são maiores e ainda tem que pagar a pensão. Muito justo, parabéns quem teve a iniciativa de legislar sobre esse assunto.

    Kamila Teixeira 01/08/2024
    4
  • Ponto positivo: Sou mãe e concordo totalmente com essa lei. As mulheres precisam entender que o dinheiro não são para elas, mas sim para a criança. Se por ventura a mãe não tiver condições financeiras para cuidar dos filhos, deixa com o pai e paga pensão para ele. o Brasil precisa mudar as leis para os pais, porque o pai paga pensão e ainda a mulher não deixa ele ver o seu filho. A sociedade mudou hoje tem pais melhores do que as mães. Meu filho fica na casa do pai e guarda compartilha e tudo tranquilo.

    Amanda Borges 24/07/2024
    8
  • Ponto positivo: Boa noite, legislativo! Gostaria de pedir aprovem essa lei e vamos andar para frente, já conseguirmos a guarda compartilha. Hoje no Brasil os homens já ficam e cuidam dos seus filhos as vezes ate melhor do que as mães, meu ex- marido cuida muito melhor do que eu. Então vamos parar de usar os filhos para atingir os pais, o direito e dos filhos. Acho legal 30% do salário mínimo, porque as despesas ficam na maioria com os pais e ainda tem que pagar a pensão por causa da lei. Aprovem, aprovem

    Michelle Morais 19/07/2024
    9
  • Ponto positivo: Começo em dizer que sou mãe e separada, trabalho e divido as despesas com o pai, que paga a pensão. E a minha pensão é de 15%, não falta nada para a minha filha que ambos não deixamos. Por isso aprovem essa lei logo que é justo o pai pagar a pensão de acordo com o salário mínimo a renda liquida dele da menos que o salário mínimo, então a minha filha fica no prejuízo. Por favor relator de o seu parecer a favor e vamos passar logo para o senado aprovar. Obrigada legislativo mais 15% na pensão.

    Simone Carvalho 19/07/2024
    10
  • Ponto positivo: Por favor deputados aprovem essa lei, vamos melhorar a situação dos pais nesse pais, muitos formam novas famílias e cuida de seus filhos com a guarda compartilha e tem um gasto muito maior que o da mãe, que também forma outra família. Se a mãe trabalha, tem emprego publico, isso significa que nunca ira ficar desempregada, as vezes o pai ganha menos que a mãe e ainda e obrigado a pagar a pensão, mesmo tenho que comprar tudo novamente para o filho e mais as despesas da casa.Vamos legislativo.

    Dra.Carina Escodino 18/07/2024
    13
  • Ponto positivo: Legislativo vamos aprovar logo essa lei de 30% do salario mínimo, acho que e o ideal, mesmo porque o pai paga a pensão e como hoje no Brasil e a guarda compartilha o que eu acho que e o justo, tanto para com o pai e quanto para a mãe dividir os cuidados com o filho, mas por outro lado, tem essa questão da pensão, sendo a guarda compartilha, o pai gasta muito mais do que a mãe, porque ele tem as despesas com a casa e também as despesas com a criança, porque também fica mais tempo em sua casa.

    Luiz carlos carneiro 18/07/2024
    12
  • Ponto positivo: Acho ótima essa lei tem que se aprovada imediatamente. As mulheres são vingativas e manipuladoras vão para justiça pedir mais e mais pensão. A criança sempre estudou em colégio publico separou coloca em colégio particular um absurdo. As mulheres reclamam das despesas do filho, tem opção deixa com o pai ou simples não tenha filhos. O que não pode e usar a criança para perturbar a vida de um ótimo pai porque tem inveja e gosta ainda. Com essa lei a justiça vai colocar um ponto final nisso.

    Julia Ribeiro 18/07/2024
    11
  • Ponto negativo: Isso é um absurdo em uma sociedade moderna. Onde a separação muitas vezes não é culpa do homem que tem dificuldade para constituir uma nova família por ter quase metade se sua renda comprometida em um país que se diz "igualitário" onde nem emprego e dignidade da pessoa humana que consta na constituição é cumprido. É fácil para um Deputado que ganha mais de 20 mil reais fazer isso, quero ver com o salário mínimo que mal dá para viver. POLÍTICOS INJUSTOS !

    Felipe nunes de oliveira 08/01/2024
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.