Enquete do PL 410/2022

Resultado

Resultado parcial desde 26/02/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3.788 91%
Concordo na maior parte 107 3%
Estou indeciso 15 0%
Discordo na maior parte 25 1%
Discordo totalmente 195 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Liberar a modificação de carros além de aumentar a quantidade de empresas deste seguimento, irá trazer aumento de empregos indiretos, já que diversas peças deverão ser fabricadas. Não só liberar o direito de fazer o que quiser, com sua propriedade, mas geração de renda e aumento da produção industrial. De qualquer forma, antes de rodar, todas modificações devem passar pela vistoria do inmetro e detran, então serão dentro da lei e também conforme leis de segurança.

Hugo Flávio Solar de Almeida 29/03/2022
172

Livre arbítrio independe de comunicação à qualquer órgão.

Renan Mendes Castro 30/03/2022
49

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 389 encontrados.

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  • Ponto positivo: É injusto você ter um veículo e não poder mudar algo, tem sim que mudar essa lei que só favorece a indústria das multas. Nós brasileiros queremos dignidade. Vamos melhorar isso!

    LAURENCIO ROCHA JUNIOR 06/05/2026
    0
  • Ponto positivo: Será, que teremos mais autonomia, só os deputados pra nos ajudarnessa batalha!, pra sermos igual nos países de primeira mundo (USA)

    EDILSON SANTOS DA SILVA 10/11/2025
    2
  • Ponto positivo: O projeto vai impulsionar a cadeia automotiva nacional. Com a facilitação das legalização das modificações, cresce a demanda por peças de performance, rodas, suspensões, freios, escapamentos, eletrônicos e serviços especializados. Isso aquece o mercado, gera empregos, estimula a formalização de oficinas e valoriza o trabalho de preparadores e fabricantes. É a paixão por carros se transformando em desenvolvimento econômico real.

    João Gabriel Velho Reis 06/08/2025
    3
  • Ponto positivo: O PL 410/22 fortalece a cultura automotiva brasileira, dando espaço para projetos únicos, criativos e seguros. Com isso, cresce o interesse por eventos, encontros e campeonatos, o que atrai turistas, fomenta o comércio e valoriza o setor automotivo como um todo. Assim como outros países já fazem, o Brasil pode transformar sua paixão por carros em um motor de desenvolvimento e identidade nacional.

    João Gabriel Velho Reis 06/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Diferente do que alguns pensam, o PL 410/22 vai sim tornar as rodovias mais seguras, justamente por permitir que mais pessoas modifiquem seus carros com liberdade e sem medo de serem punidas por isso. Quando o acesso é facilitado, o entusiasta investe mais em peças de QUALIDADE, manutenção e ajustes corretos. A desburocratização incentiva o zelo, e não o contrário. Carros baixos com molas esportivas por exemplo, tem mais estabilidade em curvas e desviam de obstáculos de forma superior.

    João Gabriel Velho Reis 06/08/2025
    0
  • Ponto negativo: O contran nao deve ter poderes de decisao, a lei deve ter claro oque é permitido, do contrario qualquer burocrata pode modificar via contran qualquer modificação em veiculos. Está extremamente inadequada a nova redaçao!

    ROBERTO SPADIM 05/05/2025
    0
  • Ponto negativo: Os faróis de LED que já são obrigatorio em veículos novos, também não deveria ter encerrado a possibilidade de regularizar. O sistema exige menos da bateria com luzes mais frias e o pior é ter sido proibido a mudança no sistema de sinalização. Qual o mal em trocar lâmpadas de lanternas de freio, estacionamento ou pisca? Se até 31/12/2020 podia regularizar então porque não posso mais regularizar?

    RICARDO MIRANDA PASSOS 14/04/2025
    1
  • Ponto positivo: Gerará milhoes de empregos... permitirá que hajam grupos que pegarão as estradas do país girando a roda economica com os encontros de entusiastas. Pemritirá que estruturações tornem carros mais antigos ainda mais seguros.

    Fabio Leonardo Scanoni Maia 14/08/2024
    0
  • Ponto positivo: A constituição afirma que todos os cidadãos são iguais perante a lei, então por que o meu veículo, que é mais antigo não pode ter um farol de LED e um novo pode, sendo que as lâmpadas utilizadas são as mesmas e todas devidamente legalizadas no país?! Por que eu não posso usar para não encandeiar outros motoristas, mas veiculos de luxo usam luz alta, de LED, e não dão a mínima para os outros, nem ninguém os reprime?! Se meu veículo der problema pela alteração, o Estado vai me ajudar a pagar?! NÃO

    Adauto Vieira 19/05/2024
    1
  • Ponto negativo: Está demorando demais para ser aprovado e virar Lei.

    leopoldo alfredo ambrosio bruck 28/11/2023
    13
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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.