Enquete do PL 337/2022

Resultado

Resultado parcial desde 23/02/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 21 22%
Concordo na maior parte 2 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 73 75%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ary Fruto, parece que não concluiu o ensino fundamental. Metade de Mato Grosso está no bioma amazônico, naturalmente coberto por floresta! E, não esqueça o desastre climático que acontecerá se perdermos mais de 20% da floresta ao todo. Mas, provavelmente o sr. nega as mudanças climáticas e as melhores instituições científicas desse país. Então, o sr. nem mesmo merece opinar nesse assunto.

Protium 17/03/2022
7

Muitas das nascentes que formam vários rios da Amazônia ficam situados na área da atual Amazônia Legal no estado de Mato Grosso. Retirar o estado da Amazônia Legal irá gerar um desastre ambiental incalculável pois ira permitir que desmatamentos de áreas maiores para plantio de alimentos que não alimentam os brasileiros, além afetar diretamente a biodiversidade e contaminar as águas das nascentes dos principais rios. Isso é iniciar a morte da Amazônia.

Diones Krinski 11/03/2022
13

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

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  • Ponto positivo: O PL 337/2022, que retira o Mato Grosso da Amazônia Legal, não teria impacto, uma vez que as áreas públicas poderiam manter 100% de reserva. Isso ajudaria a aumentar a produção de forma consciente para atender à demanda do crescimento populacional mundial, que carece de uma base alimentar sustentável.

    RAFAEL HUBNER 26/03/2026
    0
  • Ponto positivo: eu moro em guarantã do norte a ultima cidade da 163 e a vegetação aqui e cerrado . eu tenho 300 ha. de cerrado e so posso produzir em 60 ha isso e um absurdo, mas na hora de pagar os impostos tenho que pagar da area toda

    ORION CARLOS MUNARO 28/06/2023
    0
  • Ponto positivo: Moro num municipio com 62% do territorio ocupado com area protegida, dos 38% restantes 1 milhao de ha, 80% sao destinados à preservação privada (ARL) sobrando pra atividade economica, 200 mil ha, com 3 mil km de estradas, 4 mil alunos, 4 mil indios e 3500 familias cadastradas em programas sociais. resumindo: o municipio nao da conta de responder as demandas do seu povo com esse numero de area protegida. tem que sair da amazonia legal sim.

    Robervane Oliveira 18/04/2023
    1
  • Ponto negativo: Não se justifica pensando globalmente e climaticamemte em aumentar área de desmatamento. Otimizar racionalmente o que já é utilizado pela agroindústria é a saída. Inclusive exportações serão prejudicadas face as pressões externas contra o desmatamento. Totalmente correto. Que planeta vai sobrar para as futuras gerações?

    Martha Cheim Jorge 21/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Esse projeto é um absurdo, só para aumentar o desmatamento , beneficiar alguns que não ligam para o meio ambiente, só querem plantar, aumentar mais doenças.

    Yasmin Martins 01/09/2022
    1
  • Ponto negativo: Primeiramente gostaria de registrar que não vai ser tirando MT da Amazônia Legal que o bioma passará a não existir mais em seu território. Segundo, diferente do que disse o Sr. Glaucio André, essa alteração implica em deixar de beneficiar nossas indústrias com as políticas de desenvolvimento regional via SUDAM, o que representa menor competitividade do estado no que tange atração de investimentos. Terceiro o mercado externo não olharia para nossos produtos com os mesmo olhos de hoje.

    Alexsandro da Silva 29/07/2022
    1
  • Ponto negativo: Aumenta o desmatamento na região para favorecer um setor que não alimenta a população e é voltado apenas para exportação.

    Antonio Luiz Bittencourt 07/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Imagine vc poder usar apenas 20% da sua casa, mas ter que cuidar dela toda. Assim é o proprietário de uma área rural do bioma amazônico. Ninguém mais consegue sobreviver apenas com 20%.

    JAIR GONÇALVES ROCHA FILHO 15/06/2022
    3
  • Ponto positivo: A dinâmica ambiental do Brasil é um caos, a retirada do MT da Amazônia legal implicará no crescimento e desenvolvimento agroindustrial.

    Glaucio André 09/04/2022
    5
  • Ponto negativo: O PL gerará um impacto significativo permitindo o aumento do desmatamento em áreas do bioma amazônico, especialmente por permitir a redução das áreas de reserva legal. Vai de encontro com as políticas de combate às mudanças climáticas. Não faz sentido ser posto em pauta para votação.

    Daniel Medina Corrêa Santos 28/03/2022
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.