Enquete do PL 320/2022

Resultado

Resultado final desde 10/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 86 5%
Concordo na maior parte 7 0%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 16 1%
Discordo totalmente 1.774 94%

O que foi dito

Pontos mais populares

Esse projeto é um retrocesso. A terceirização tem gestão que o poder publico não consegue ter.

Diego Cavalcante de Medeiros 17/03/2022
26

A especialização é um fato, inclusive e principalmente na medicina. Uma estrutura de laboratório para atender a 10 hospitais diferentes, com certeza é melhor do que a de qualquer um desses 10 hospitais. Este projeto é um retrocesso imenso para o setor de saúde pública e privada (pois o projeto invade hospitais privaos filantrópicos) Uma lástima.

Reynaldo Wongtschowskli 11/03/2022
31

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 158 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: A administração do patrimônio necessário para funcionamente neste caso, fica nas mãos da direção dos hospitais que podem ser influênciados pelos respectivos prefeitos. A pandemia mostrou que o controle na administração publica é falho.

    Paulo Lima 29/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Não consigo observar nenhum ponto positivo neste projeto. Considerando as atitudes de partes do poder publico observadas durante a pandêmia, fica claro que o tamanho do estado tem que ser reduzido.

    Paulo Lima 29/03/2022
    0
  • Ponto negativo: O serviço terceirizado garante a disponibilidade de recursos para o melhor atendimento daquele paciente. E no pais que vivemos, com os políticos que temos, não consigo confiar que os mesmos iriam direcionar a verba necessária para os exames laboratoriais que atendem a população. Só consigo visualizar isso como mais uma "desculpa" para corrupção.

    Malu Yassugui 25/03/2022
    2
  • Ponto negativo: O serviço publico não tem infraestrutura de pessoal especializado para atender a demanda. Se essa PL fort aprovada quem sofrerá as consequencias será o povo menos favorecido. Rubens Schwartz 24/3/2022

    Rubens Schwartz 24/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Srs sras vamos ser racional

    FABIO ESPANHOL 24/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Não quero acreditar q essa pauta foi levantada e está em discussão. Sendo q tantas outras coisas maior q deixar inúmeras pessoas a disposição do desemprego. Poderia levantar uma pauta em melhorias de sobrevivência no país qual onde os assalariados estão com ,imensa dívida pra se alimentar ,e entre tantas outras coisas mais q é necessário pra sobrevivência.

    FABIO ESPANHOL 24/03/2022
    0
  • Ponto negativo: Impossível colocar inúmeras pessoas a disposição do desempre.

    FABIO ESPANHOL 24/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Regredir por motivos q colocaram inúmeras pessoas e disposição do desemprego.

    FABIO ESPANHOL 24/03/2022
    1
  • Ponto positivo: Desumano caminhar pra trás, não concordo com essa pauta, em discussão.

    FABIO ESPANHOL 24/03/2022
    0
  • Ponto positivo: O serviço terceirizado apresenta um trabalho de excelente qualidade da rede pública que além de beneficiar a população mais carente também contribui muito para os grandes e pequenos órgão públicos como por exemplo nosso querido hospital das clínicas e também já comprovou que conseque administrar muito bem todas as exigências previstas em contrato

    zilda macedo 24/03/2022
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.