Enquete do PL 165/2022

Resultado

Resultado parcial desde 04/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11.717 97%
Concordo na maior parte 242 2%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 27 0%
Discordo totalmente 162 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Todos os profissionais devem ser valorizados, mas o professor em especial, recebe remuneração que por vezes esta abaixo de muitos cargos de nível médio, então qualquer incentivo que promova a valorização dos profissionais da educação será bem vinda.

Reinaldo Almeida Cunha 22/03/2022
486

Concordo que os professores devem ser muito valorizados, pois afinal todos passam pelas mãos destes profissionais. Mas devem ser valorizados com um bom salário e muito respeito. Não com um projeto eleitoreiro, fazendo uso do dinheiro de todos.

Ines Kullinger 07/03/2022
104

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 133 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O BR está cheio de benefícios p pessoas e categorias e eles causam um desequilíbrio fiscal que acaba redundando em mais impostos e todos são penalizados. O certo é pagar um piso salarial digno p os professores e ajustar as faixas de IR, esse beneficiando toda a população! Onde conseguir esses recursos?: na diminuição dos estrastofericos gastos do governo! Simples assim!

    JEFERSON MARTINS RIBEIRO 14/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Um projeto extremamente importante! Uma maneira justa de valorizar o professor que enfrenta muitos desafios. Um país que valoriza os professores tende a crescer.

    SIMONE GONCALVES DA SILVA POLICARPO 24/06/2025
    3
  • Ponto positivo: A isenção do IRRF do Professores funcionaria como um reconhecimento do papel essencial do professor na formação da sociedade e no desenvolvimento do país. Assim como outras categorias têm benefícios por sua função social (como militares ou médicos em determinadas situações), a isenção fiscal sinalizaria que a educação é prioridade nacional. Estender o benefício aos professores seria uma questão de justiça fiscal e social. Um gesto simbólico poderoso de valorização docente!

    BASILIO ROMMEL ALMEIDA FECHINE 18/04/2025
    9
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, pois assim poderemos ver novos horizontes quando visualizamos nossos contra cheque. E espero confiante que seja aprovado o mais urgente possível.

    JOSE HIDELBRANDO SANTOS DE ARAUJO 12/02/2025
    5
  • Ponto positivo: Eu sou professor da Rede Municipal de Salvador, a capital do estado da Bahia, que hoje, infelizmente está pagando 60% abaixo do Piso Nacional, mas do que a Isenção do Imposto de Renda, um projeto que obrigue os municípios e estados a pagarem o Piso Nacional será mais importante.

    MICHELL LUIS DIAS PITA 10/02/2025
    3
  • Ponto positivo: O imposto de renda engole as poucas possibilidades de manter uma quantidade de vida adequada para os professores,.muitos precisam de acompanhamento psicológico e outras áreas por conta da carga de trabalho excessivo. A proposta de isenção trará um ganho para que se possa viver melhor! Seria uma possibilidade de valorização do profissional de educação, já que por meios de reposição salarial não ocorre!

    LUCIANE AVILA FRANCO 08/02/2025
    3
  • Ponto negativo: O Congresso deveria isentar do IRPF não só os professores, mas também todos os profissionais que atuam diretamente ou indiretamente nas instituições de ensino, como técnicos-administrativos. Esses trabalhadores, presentes em escolas, universidades e institutos federais, são frequentemente desvalorizados no Brasil. A isenção seria uma forma de reconhecer a importância de todos que contribuem para o funcionamento da educação no país.

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 18/12/2024
    0
  • Ponto negativo: É indiscutível que os profissionais da educação devem ser uma das categorias mais valorizadas e respeitada com salários dignos dada a sua relevância, uma vez que são essenciais na formação de outros em diferentes segmentos de profissões, e não serem utilizados como instrumento eleitoral, ao desviar o foco daquilo que precisa ser, urgentemente, alterado, qual seja, os valores entre as faixas de tributação do imposto de renda para minimizar o desequilíbrio fiscal, e não fomentar o seu déficit.

    ADRYANA KARLLA LABIAK 31/10/2024
    3
  • Ponto negativo: De negativo só a confirmação que professor e nada pro governo são sinônimos. Absurdo essa proposta demorar tanto para caminhar, se fosse para aumento de salário dos “nossos representantes “ , já estaria em vigor.. mas nada está tão ruim que não possa piorar não é mesmo? Agora essa de “isenção aos aprovados em prova de certificação nacional em valor dependente ao desempenho na avaliação.” ..

    MAYRA ZUGNO REIS 30/10/2024
    2
  • Ponto negativo: Não são só os professores que trabalham na educação! Os TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO (TAES) também devem ser valorizados para uma educação de qualidade, são eles que são a base das escolas, sem os técnicos professor nenhum consegue dar aula, não tem registro, não tem secretaria, não tem biblioteca, laboratórios, compras e etc... Todos os PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO devem ser contemplados, principalmente os TAEs por terem os piores salários do serviço público!!!

    Tamara Santos Câmara 28/05/2024
    2
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei