Enquete do PL 64/2022

Resultado

Resultado parcial desde 04/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 135 97%
Concordo na maior parte 3 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Aumento primordial na Segurança dos motociclistas e todos os outros condutores, além dos pedestres.

Tayguara Tenório Cavalcante 08/03/2022
23

A altura não pode ser fixa como no proposto, nem todas as motociclista tem espaço para fixar dessa maneira. É mais plausível existir uma norma sobre o tipo de farol de milha/neblina com potencia e lumens que a altura do mesmo na motocicleta. Por exemplo em scooter seria impossível instalar abaixo da frente da motocicleta como o exposto. Porém concordo que o uso de farol de milha traz segurança ao motociclista, tendo em vista a deficiência da maioria dos faróis de motos

Paulo Caramico 09/05/2022
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 34 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ajuda na locomoção em estradas rurais e em br , rodovia esburacadas do Brasil,esses faróis de milhas ajuda muito na segurança dos motoqueiros ,pois é praticamente um suicídio andar nas rodovias brasileiras esburacadas sem uma iluminação boa nas motos ,esses faróis iriam diminuir muito os acidentes nas rodovias a noite.vamos pensar nos trabalhadores que usam as motos a noite.

    LUCAS GONCALVES PINTO 27/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Se o farol auxiliar não é obrigatório e portanto isento de multa, a instalação desse importante acessório MESMO em motocicletas cujo farol original é com lâmpada halogena, não há porque obstar a instalação do conjunto óptico de farol auxiliar com tecnologia LED. O LED além de iluminar melhor ela consome muito menos energia que a halogena, evitando a sobrecarga no sistema elétrico da motocicleta. Atenção nessa questão pois em breve só haverá farol auxiliar com tecnologia LED.

    Antônio Carlos Nascimento Pereira 05/04/2024
    5
  • Ponto positivo: Eu acho de grande valia aprovar um lei que permita a instalacao, nao tem problema nenhum os orgaos reguladores desenhar como será feito as normas, altura, modelos, potencia de farois, é lamentavel a lei nao permitir a instalacao desde que atenda as normas, cobrar imposto pelo serviço nao é problema, pois tem muitas pessoas que presam pela segurança e pagam por ela. Pós instalacao, quem nao fica conforme a dererminacao sofra com a punicao prevista!

    ERIK AUGUSTO PRADO 04/05/2023
    6
  • Ponto positivo: O farol auxiliar ajuda muito em rodovias! Tanto para melhor visualização da sinalização e da estrada durante a noite bem como ser visto pelos condutores de outros veículos, porém o projeto está demorando muito para ser aprovado!

    Katia de Cassia Teixeira 26/02/2023
    5
  • Ponto positivo: Faróis de milhas ou auxiliares são amplamente utilizados em veículo de 04 ou mais rodas, isso traz segurança ao condutor, nada mais justo do que ampliar esse direito a quem está ainda mais exposto no trânsito, ou seja o motociclista que circula muitas vezes por vias precárias, cheias de buracos, iluminação deficiente e alguns outros perigos ao qual estão expostos.

    Eduardo Gonçalves 21/02/2023
    6
  • Ponto positivo: Os faróis auxiliares são de grande utilidade, pois é uma forma a mais de ajudar na identificação rápida do motociclista. Sendo assim, vai evitar inúmeros acidentes que acontecessem muitas vezes por falta de atenção ou irresponsabilidade dos motoristas.

    Nicole Francisca da Silva Pickina 17/02/2023
    4
  • Ponto positivo: Nossas pistas são precárias de sinalização, de iluminação , até mesmo o asfalto que não são uniformes Com esse auxilio luminoso diminuiria os acidentes, e os motoristas conseguiriam enxergar melhor os condutores motocicletas e afins Porque um caminhão ou um carro pode e uma motocicleta não pode ? sou motociclista e um bom farol auxiliar faz falta na AV.DULTRA e etc

    FELIPE SILVA DE ANDRADE 07/12/2022
    5
  • Ponto positivo: É extremamente importante, alem da possibilidade caso queime o principal os faróis de milha ajudariam na visibilidade se tratando de motos populares a qual trafegam em zona rural ou quando houver pouca ou nem uma iluminação publica. Caminhões chegam a ter mais de 8 luzes permitidas enquanto moto na maioria dos casos somente pode ter uma? é justíssimo aprovar isso na legislação

    Raul Alves 11/11/2022
    6
  • Ponto positivo: Segurança é o mais importante, se der pane no farol original a noite como o condutor vai poder continuar seu percurso com segurança?, Os faróis auxiliares são uma necessidade e não assessório.

    JORGE LUIZ BATISTA DE CARVALHO 24/09/2022
    9
  • Ponto positivo: A maioria da motos tem farol único. Caso haja problema à noite ficará inviável transitar. Faróis auxiliares nas motos aumentam sobremaneira a segurança para trafegar à noite. E em comparação com os demais veículos (carros, ônibus, caminhões) faróis auxiliares em motos seguiriam as regulamentações aproximadas quanto ao ângulo do facho de luz, o que não é difícil. Muito importante seguir com esse PL

    Dirceu Lopes Rodrigues 14/09/2022
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.