Enquete do PDL 3/2022

Resultado

Resultado parcial desde 03/02/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 91%
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Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 9%

O que foi dito

Pontos mais populares

Desburocratiza imensamente o uso de cripto no país. Não faz sentido colocar imposto em transações de Cripto para Cripto, quando o que importa é o que o cidadão teve de lucro ao longo do ano (e somente quando realizar esse valor em real).

GUSTAVO SANTOS DE SOUZA 02/06/2022
5

Uma diferenciação para criptos de Stable Coin seria possivelmente interessante, para evitar que utilizem de stable coins para sonegar imposto. (Tendo ganhos com Bitcoin, por exemplo, mas transformando em USDT para comprar algum bem ou serviço diretamente com cripto).

GUSTAVO SANTOS DE SOUZA 02/06/2022
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 3 de 3 encontrados.

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  • Ponto positivo: Taxar permuta cripto-cripto apenas vai gerar perdas, tanto para o cidadão, quanto para a RFB. Por exemplo, o cidadão compra 100k reais de BTC, alguns meses depois resolve trocar por ETH e neste momento BTC já havia subido 100%, portanto já pagaria 15k de imposto. Depois de mais alguns meses ETH subiu 200%, seu saldo está em 555k e ele resolve realizar tudo, pagando mais 55,5k. O IR total foi 70,5k e o lucro 399,5k. Se não houvesse esse imposto intermediário, o IR total seria 75k e o lucro 425k.

    Paulo Henrique 26/03/2024
    3
  • Ponto negativo: Uma diferenciação para criptos de Stable Coin seria possivelmente interessante, para evitar que utilizem de stable coins para sonegar imposto. (Tendo ganhos com Bitcoin, por exemplo, mas transformando em USDT para comprar algum bem ou serviço diretamente com cripto).

    GUSTAVO SANTOS DE SOUZA 02/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Desburocratiza imensamente o uso de cripto no país. Não faz sentido colocar imposto em transações de Cripto para Cripto, quando o que importa é o que o cidadão teve de lucro ao longo do ano (e somente quando realizar esse valor em real).

    GUSTAVO SANTOS DE SOUZA 02/06/2022
    5
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

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  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

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  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.