Enquete do PL 4594/2021

Resultado

Resultado parcial desde 24/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 787 44%
Concordo na maior parte 7 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 15 1%
Discordo totalmente 996 55%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo! Como um zootecnista não pode assinar uma adubação e a construção de um instalação rural mesmo tendo disciplinas sobre os temas, e um agrônomo e um veterinário poder assinar uma formulação de ração se eles nem pegam essas disciplinas?

Thais Correia 23/02/2022
107

A engenharia agronômica tem conhecimento suficiente para atuar na área de produção animal. Com conhecimentos acima dos profissionais de zootecnia que estudam superficialmente áreas muito importantes como pedologia de solos, botânica e nutrição vegetal como exemplo.

D'Artagnan Santana 27/02/2022
87

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 28 encontrados.

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  • Ponto positivo: Será que a profissão de Zootecnista é tão vulnerável que precisa de uma Lei para obrigar a usarem seus serviços?!? Já se perguntaram se a formação de um agrônomo não o torna mais completo para dar assistência em produção animal?!? Ele Sabe desde a produção vegetal (alimento para os animais) ao manejo dos rebanhos (Todas as faculdades de Engenharia Agronômica tem departamentos de zootecnia, tanto com produção vegetal quanto animal para aulas), podem colocar à prova, todos saberão fazer !!

    FABIO CAMARA BUENO DE MORAES 07/08/2025
    1
  • Ponto negativo: Profissionais que tiveram em sua grade curricular as disciplinas e habilitações nas áreas de conhecimento em questão não podem ser impedidos de exercê-la. Assim como também acredito que Zootecnistas que tiveram fertilidade do solo e manejo de adubação também podem, e devem, exercer sua competência profissional. O cliente é soberano em eleger o profissional que melhor atende seus interesses, desde que respeitadas as competências profissionais.

    CARLOS EDUARDO PEIXOTO FONTES 07/08/2025
    2
  • Ponto negativo: A proposta é um retrocesso. As três formações garantem conhecimento necessário para atuação na área, quem vai determinar a capacidade individual é o próprio mercado, escolhendo quem dá conta do recado independente da formação.

    RAFAEL DOS SANTOS AVALLONE 02/08/2025
    6
  • Ponto negativo: O PL 4594/2021 é retrocesso: retira competências legítimas de agrônomos e veterinários, fere a Lei 5.550/68 e enfraquece a assistência técnica no campo. Ao limitar quem pode atuar, prejudica produtores, aumenta custos e concentra mercado. Valorização da Zootecnia deve ser feita com integração, não com exclusão.

    MARCUS VINICIUS LAURANI 01/08/2025
    9
  • Ponto negativo: A zootecnia envolve um conjunto de atividades historicamente compartilhadas entre a agronomia e a medicina veterinária. A partir dessas intersecções, surgiu o curso superior de Zootecnia, que agora busca, por meio deste projeto de lei, excluir essas atribuições das profissões originárias. Tal iniciativa, motivada por interesses corporativos diversos, tende a fragmentar competências consolidadas e, ao invés de fortalecer o setor agropecuário, pode gerar prejuízos significativos à sua eficiência.

    GILBERTO GUARIDO 01/08/2025
    10
  • Ponto positivo: Esta questão era justificavel a 50 anos atrás, quando não haviam Zootecnistas formados. A atividade hoje é tão complexa que exige uma formação específica. Os demais profissionais citados na legislação não tem formação adequada para atuarem como zootecnistas. Além disso, na atualidade estes profissinais não tem voz dentro dos conselhos de Medicina Veterinária.

    LUIZ CARLOS MACHADO 01/08/2025
    2
  • Ponto negativo: Zootecnistas já têm a vantagem da formação específica e, portanto, devem competir com os demais, pois, no contexto atual, em que cada vez mais a produção é descompartimentalizada, criar uma limitação de escolha será apenas mais um custo ao sistema. Por exemplo, os sistemas integrados lavoura-pecuária precisariam de 2 profissionais? A prática mostra que não. Há o Zootecnista craque na lavoura e um Agrônomo "às" na pecuária que, com a lei, ficam impedidos de dar sua melhor contribuição ao Brasil.

    SERGIO RAPOSO DE MEDEIROS 01/08/2025
    6
  • Ponto positivo: Ótima proposta, mas não é clara para quem não é Zootecnista, formado em Zootecnia. A alteração da Lei nº 5.550/68 excluindo a alínea c siginifica apenas que agronomos e veterinários não podem SE PASSAR por Zootecnista, não é a exclusão de área de atuação na Zootecnia (Produção Animal).

    ZILNER CALLERA 31/07/2025
    2
  • Ponto positivo: a internet tem dado voz a informações distorcidas, a zootecnia deve ser feita por zootecnistas, a habilidade de cada profissional deve ser respeitada e entendida por todos os brasileiros, essa lei vai auxiliar que cada um atue na sua respectiva área de formação.

    CLEIDE LIS RIBEIRO DOS SANTOS 31/07/2025
    11
  • Ponto negativo: O(a) engenheiro(a) Agrônomo(a) também cursa disciplinas que permitem a formulação de rações. Não tem sentido manter como atribuição exclusiva de zootecnistas. Tal qual ocorre no segmento de conservação de forragens (fenação, ensilagem etc.), além de outros aspectos.

    HELIO AUGUSTO FONSECA PEREIRA 31/07/2025
    7
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

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  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

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  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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