Enquete do PL 4521/2021

Resultado

Resultado parcial desde 03/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 90 97%
Concordo na maior parte 3 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Preciso de apoio físico e moral,a família consciente, população Ativa, esforço por nossa parte, pois com pior de tudo é está com essa doença

Cleide Guimarães Machado 07/03/2022
2

Infelizmente nem todas as leis que ja existem são implamentadas. Temos dor crônica por causa da fibromialgia e não temos tratamento devido conforme nos assegura a legislação vigente desde 2002. As portarias do ministério da saúde desde 2002 institui o tratamento, a criação dos centros de dor, os protocolos e diretrizes para nos tratar... e onde estão estes centros? Se existem estão inacessíveis. Portanto, precisamos que o PL seja aprovado mas que tbm seja colocado na prática.

Marijara Ribeiro 04/03/2022
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: Precisamos ser vistos.tem q ser nos âmbitos municipais,estaduais e federais.quem tem dores,fadiga,sono não reparador,sindrome d intestino irritavel,cólicas,problema na visão,coceira no corpo,tontura, comprometida a bexiga,esquecimentos,falta d memória,falta d concentração,depressao,ansiedade ah são tantos sintomas q me esqueço,devido a esse mal chamado fibromilagia Nos ajude não precisamos só d filas preferenciais,precisa d abrangência ampla.pq ela avança sobre todas a áreas da nossas vidas.

    Janaina 02/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Infelizmente nem todas as leis que ja existem são implamentadas. Temos dor crônica por causa da fibromialgia e não temos tratamento devido, tou na fila da clínica da dor faz 3anos, por falta de lei direcionada a nossa causa ??

    Eliane De Oliveira 08/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Além de mim, tenho uma sobrinha e uma filha com fibromialgia. Minha filha tem apenas 14 anos. Já sofremos há anos com essa doença . Precisamos de ajuda com urgência!!!

    Edileide Alves 25/03/2022
    0
  • Ponto negativo: Q somos invisíveis em meio a sociedade e até mesmo Família.

    Michelle Soares Do Nascimento 08/03/2022
    1
  • Ponto positivo: Tratamento digno.

    Michelle Soares Do Nascimento 08/03/2022
    1
  • Ponto positivo: Porque com essa PL aprovada, tem mais confiança de um tratamento melhor

    Eliana Monteiro 08/03/2022
    1
  • Ponto positivo: Quanto mais tivermos conhecimento sobre a doença que nos acomete, maiores serão as chances de combatê-la! Grande parte das pessoas que sofrem com a Fibromialgia sofrem além do esperado devido à falta de conhecimento de todos os atores envolvidos, seja da área da Saúde, Seguridade Social e, até mesmo do próprio paciente, bem como de sua família.

    Márcia Cristina Abençoada por Deus 07/03/2022
    1
  • Ponto positivo: Nós que sofremos com o problema teremos mais compreensão com o amparo correto e digno de quem realmente tem autonomia.

    Vanessa Caroline da Silva 07/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Precisamos urgente de ajuda

    Elizabeth Patrícia 07/03/2022
    1
  • Ponto positivo: O apoio da família e muito importante infelizmente 85% dos familiares não procuram entender essa doença.

    Jorge Costa 07/03/2022
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.