Enquete do PL 4415/2021

Resultado

Resultado parcial desde 15/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 131 96%
Concordo na maior parte 5 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O principal é não pagar um juros que não contratei, colocar um teto maximo de 6% é o principal da proposta. Hoje a Selic triplicou de valor, nós que precisavamos nos salvar da falencia por falta de venda devido ao lockdown, agora vamos a falencia devido ao juro altissimo. Não pode, o governo limitou o valor dos emprestimos para cada empresa, sera que foi esse o objetivo? ( emprestar para maior quantidade para poder quebrar com juros, sabendo que a Selic iria disparar????)

Décio Mazocco 18/03/2022
8

Considerando que os emprestimos foram, na sua grande maioria, para garantir despesas correntes, um prazo de 48 meses é insuficiente para pagar. Considerar que teremos 02 despesas (correntes), a corrente atual e o emprestimo com juros e 6% como juros não é pouco! Deveria considerar 96 meses com 12 decarência e TR como correção. Momentos especiais merecem ações especiais.

Gustavo Marques 23/03/2022
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 44 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O ponto negativo é esta demora em aprovar, com tantos pequenos empresários sofrendo com esta taxa de juros alta, o Pronampe era pra ajudar as pequenas empresas e não afunda-las. A proposta era um empréstimo com juros baixos e na prática o juros estão exorbitantes, e o pior é a falta de interesse dos parlamentares em agilizar a aprovação desta pl que irá ajudar nós empreendores. Estamos desesperados, aprovem logo esta PL 4415/21.

    Thais Regina 27/03/2024
    1
  • Ponto positivo: Caros parlamentares, os empresários estão sangrando, ainda sob efeito do lockdown da pandemia. Nos ajudem a salvar nossas empresas e manter os empregos de nossos colaboradores, e aprovem com a máxima urgência!

    Andre Soares 20/09/2023
    2
  • Ponto negativo: A Demora de aprovar

    Suzana Da Silva 24/03/2023
    1
  • Ponto negativo: O ponto negativo é esta demora em aprovar, com tantos pequenos empresários sofrendo com esta taxa de juros alta, o Pronampe era pra ajudar as pequenas empresas e não afunda-las. A proposta era um empréstimo com juros baixos e na prática o juros estão exorbitantes, e o pior é a falta de interesse dos parlamentares em agilizar a aprovação desta pl que irá ajudar nós empreendores. Estamos desesperados, aprovem logo esta PL 4415/21.

    Angela Maria Kamiya 27/10/2022
    1
  • Ponto positivo: Se os senhores parlamentares sofressem ao menos uma fração do arrocho a que o povo foi exposto tenho certeza de que já teriam aprovado este projeto há tempos!

    JOST RODRIGUES GOMES 11/10/2022
    1
  • Ponto positivo: Olá, Senhores fiéis representantes de todos nós! É com muita humildade que clamo por atenção incondicional de vossas excelências em aprovar esse projeto de Lei o mais rápido possível. Somos pagadores do Simples Nacional com uma parcela de contribuição ao INSS inclusa nele além da GPS INSS que recolhemos mensalmente. Somos os maiores empregadores do País e os que mais sofrem para manter o negócio funcionando corretamente. As parcelas do Pronampe com a Selic 5 ou 6 vezes maior, não dá.

    JOSE ANGELO DA SILVA FILHO 08/10/2022
    1
  • Ponto negativo: A morosidade do andamento é um ponto muito negativo. O projeto está parado, desde o início de julho, todos os empresários que usaram o financiamento estão desesperados. Socorro! Precisamos da ajuda de vocês. Não dá pra segurar por mais tempo, a sensação é de estar pendurado na beira do abismo esperando a ajuda de Vossas Senhorias. Obrigado

    Maravalhas Mecânica, Elétrica & Baterias. 04/10/2022
    4
  • Ponto positivo: Esse projeto de lei foi a minha Luz no fim do túnel as parcelas estão quebrando minha empresa. Quando fiz o empréstimo a taxa Selic estava em 3% hoje está quase 14% esse número é uma catástrofe. Não sei por quanto tempo vamos aguentar. Sou gerador de emprego e pago meus altos postos em dia. A pandemia quase me quebrou, quando aparece um empréstimo que seria pra ajudar ele na verdade veio pra tirar meu sono e de meus funcionários. Estamos à beira da falência. Peço com muita humildade urgência!

    Maravalhas Mecânica, Elétrica & Baterias. 04/10/2022
    4
  • Ponto negativo: Fiz empréstimo ano passado infelizmente me sinto impotente sobre o que os bancos estão fazendo conosco achei que ia pagar 6,4 % de juros e agora com a taxa Selic estou correndo risco de não honrar nosso compromisso e prejudicar nossa empresa Fora os problemas que enfrentamos que infelizmente o empréstimo não conseguiu sanar Estamos desesperados com os juros do Pronampe e pedimos ajuda pra que o país não se afunde que possa ser respeitado o que foi prometido juros baixos

    Kelson Souza 30/09/2022
    3
  • Ponto negativo: Esta proposta está desde 07/07 aguardando designação do relator na Comissão de Finanças e Tributação. Precisa ser acelerada, porque milhares de pequenas empresas estão sofrendo as consequências desta demora.

    FERNANDO ARY SIMÕES LOMBA FILHO 19/09/2022
    4
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei