Enquete do PL 4331/2021

Resultado

Resultado parcial desde 02/01/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 83 57%
Concordo na maior parte 5 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 5 3%
Discordo totalmente 55 37%

O que foi dito

Pontos mais populares

Muitas pessoas tem um apego emocional ao seu cão que quando saem de suas casas saem com medo por não estarem com aquele que mais confiam, seus cães. Essas pessoas não têm como conseguir autorização judicial para isso e não conseguem ter uma vida mais tranquila. Dizem quem tem "alergia" a cães... tem muito mais pessoas com alergia a perfumes e deixam por este motivo de ir a um shopping por medo de passarem mal com o perfume de tanta gente misturada. Haverá Regra para ir ao shopping !!

MARCO ANTONIO DERNIVAL DOS SANTOS 18/07/2022
20

É fácil ver a necessidade que os tutores têm dos seus animais.Como os fumantes no passado, querem impor aos demais os ônus da sua necessidade egoísta.Assim como a fumaça, cheiro e outros resíduos do fumante, os animais são foco de contaminação cruzada e zoonoses como raiva e toxoplasmose. Há fatores emocionais como fobia de animais. Assim como os Fumantes em décadas passadas, os tutores de Pets são muitos e querem impor a sua vontade. Esperamos que nossos legisladores evitem o populismo.

Denis Carmassi 06/08/2022
13

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto negativo: O risco de zoonoses (raiva, por exemplo) é real! A higiene do local fica comprometida! Se gosta de animais, ótimo! Fique com eles na sua casa ou em espaços abertos como praças e parques. Mas em locais fechados públicos como escolas, estabelecimentos, etc é uma péssima ideia querer "obrigar" outros usuários desse local a conviver com animais de outras pessoas. Projeto sem fundamento no respeito à dignidade coletiva.

    Douglas Souza Alves 09/02/2024
    2
  • Ponto positivo: Pessoas que saem com seus lets ficam mais tempo nos estabelecimentos com potencial de consumirem mais, pois não estão preocupados por seus pets estarem sozinhos em casa. Pets que são levados com seus donos não ficam ansiosos por estarem sozinhos em casa e portanto não incomodam os vizinhos com seus latidos.

    Wellma Ribeiro 03/01/2024
    5
  • Ponto positivo: Pessoas que saem com seus lets ficam mais tempo nos estabelecimentos com potencial de consumirem mais, pois não estão preocupados por seus pets estarem sozinhos em casa. Pets que são levados com seus donos não ficam ansiosos por estarem sozinhos em casa e portanto não incomodam os vizinhos com seus latidos. Viver em sociedade é um contrato social em que cada um abre mão de parte de seus direitos em prol da demanda da maioria, o que é visto nos votos dessa PL.

    Wellma Ribeiro 03/01/2024
    3
  • Ponto positivo: Muitos pets servem de apoio emocional: idosos que vivem sozinhos; pessoas que têm ansiedade e depressão eles auxiliam na melhora da condição; há aumento da socialização. Os tutores ao saírem e deixarem seus pets em casa ficam apreensivos por eles estarem sozinhos, pois sabem que seus pets ficam triste e sentem sua falta nessa situação. Viver em sociedade é um contrato social em que cada um abre mão de parte de seus direitos em prol da demanda da maioria, o que é visto nos votos dessa PL.

    Wellma Ribeiro 03/01/2024
    5
  • Ponto positivo: Animais, treinados, vacinados portando algum tipo de comprovante com validade que mostra que o animal está apto a ambiente social, caso o contrario, seria proibido a entrada. Lembrando que animais guias já são permitidos, mas exatamente por isso tudo.

    JONATHAN MENDONCA MENDES 16/09/2023
    0
  • Ponto negativo: Esta lei não respeita o direito à saúde do coletivo. É absurda. Pessoas alérgicas, pessoas que tem fobias e pessoas que simplesmente não gostam serão obrigadas a aceitar animais de terceiros dentro de ambientes fechados, muitas vezes climatizados e sem circulação natural de ar como nos bancos, por exemplo. Eu tenho Pet e não obrigo ninguém a conviver com ele fora da minha casa. Respeito ao próximo é o mínimo numa sociedade civilizada e democrática.

    Luís Filipe Viapiana Cavagnolli 16/05/2023
    7
  • Ponto negativo: Lugar de pet é em casa. Restaurante, shopping e lugares fechados não são lugar para animais, principalmente pela questão sanitária espalham pelos, invariavelmente fazem suas necessidades onde não devem, se sacodem, saliva,soltam gases,latem. Outro dia vi uma madame juntando duas cadeiras de uma mesa em um restaurante para colocar seu animal deitado. Sem chance de eu voltar a um local onde sou obrigada a me alimentar perto de um animal.

    Regina Inez Capelli 01/04/2023
    7
  • Ponto negativo: Negativo. Os animais são portadores de zoonoses, os pelos voam indo parar em todos os locais, as fezes e urina soltam gases aerossóis que podem causar viroses, diarréia. As crianças rolam pelo chão onde há resíduos daa fezes e da urina. Os donos jogam as fezes e papel com urina nos lixos comuns poluindo ainda mais o ambiente. Não existe ponto positivo. Se liberar, pode liberar o cigarro novamente. O cão prejudica a saúde de outras pessoas tanto quanto o cigarro.

    Marcelo Marçal 05/03/2023
    5
  • Ponto positivo: Excelente iniciativa. Inclusive já fui barrado por terceirizado em Universidade Pública (UFFS) que falou que era regra da Universidade, mas não soube dizer onde estava escrito.

    Denis Machado Trindade 22/02/2023
    4
  • Ponto negativo: Nossa que ridiculo esta lei. Ja pensou em um gato que borrifa borrifar em um pao. Mulheres gravidas podem ter seus fetos nascidos com anomalias por conta de toxoplasmose dentre outras diversas zoonozes. A sociedade esta ficando cada vez mais estranha. Nao entendo como que saude publica de fetos, criancas e idosos pode ser gravemente negligenciada só porque alguem quer andar com seu animal de estimacao. Isso ja esta passando dos limites do aceitável. Poam a mao na consciencia!

    Felipe 11/02/2023
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).