Enquete do PLP 73/2021

Resultado

Resultado final desde 15/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 140 46%
Concordo na maior parte 5 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 2%
Discordo totalmente 152 50%

O que foi dito

Pontos mais populares

O setor cultural precisa muito desse auxílio. São muitos meses paralisados, São muitos eventos cancelados. A cultura brasileira gera empregos, riqueza e muitos bens simbólicos. Cultura precisa de financiamento público.

Pedro Vasconcellos 29/01/2022
11

O país é composto de uma infinidade de categorias de trabalhadores. Fique em casa, como todos os outros foram forçados a ficar.

Carlos Cardoso 17/12/2021
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 53 encontrados.

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  • Ponto positivo: O Brasil precisa investir na Cultura e na Educação. Caso contrário, continuaremos com um povo TÃO DESINFORMADO E TÃO DESRESPEITOSO AO SEU PATRIMÔNIO HISTÓRICO, ARTÍSTICO E CULTURAL, como vemos em muitos comentários aqui!

    Ewê Arte e Cultura Afro-brasileira 01/06/2022
    2
  • Ponto negativo: O Brasil já gasta mais do que tem de arrecadação, as famílias estão lutando por sobrevivência, e não tem mais de onde tirar para pagar esses impostos. e me desmotiva muito pensar que existe uma verba desse tamanho para a arte, mas não tem nada sendo feito para melhorar a qualidade de vida dos pagadores de impostos. Todos gostamos de arte, mas todos estão em busca da folga financeira, de uma vida menos apertada, de uma vida com mais dignidade.

    BEATRIZ MAIA 07/04/2022
    1
  • Ponto negativo: Tal verba seria muito melhor utilizada se fosse destinada a melhorias nas estruturas de educação. Podendo assim trabalhar de forma prática a cultura nas escolas, e não soltando dinheiro pra quem vai gastar em jatinho.

    Joel C 06/04/2022
    3
  • Ponto negativo: Vê se a Anitta deixa de gastar com ela para ajudar o povo... enquanto tivermos uma população que idólatra esses "artistas" nos nunca cresceremos.

    Marcelo Rufino 06/04/2022
    3
  • Ponto negativo: A pandemia deixou cicatrizes em vários setores que já estavam fragilizados ANTES da pandemia. Na atual conjuntura, tem setores que gritam por socorro, talvez esse dinheiro fosse melhor aproveitado pelos BRASILEIROS se aplicado na infraestrutura das nossas escolas. Quem sabe a construção de um auditório decente em alguma escola municipal/estadual? E não para financiar peças de artistas famosos/diretores (artista que não faz arte).

    Maya Devi 06/04/2022
    1
  • Ponto positivo: Estão querendo inventar uma nova lei rouanet, tem coisas muito mais importantes para se fazer com este dinheiro, a cultura já tem dinheiro dos estados e municípios. Fora nova lei rouanet.

    Cassio Pulido Bastos 06/04/2022
    6
  • Ponto negativo: Já existem órgãos competentes nesta áreas na União, Estados, municípios, com verbas enormes para serem utilizadas na cultura, estão querendo tomar mais dinheiro de nossos impostos? Absurdo??

    Anselmo Ribeiro 07/03/2022
    8
  • Ponto negativo: critérios obscuros que estarão nas mãos de prefeitos para dar dinheiro a quem bem entenderem. Em ano eleitoral já sabe-se pra onde irá.

    Celso Beraldi 25/02/2022
    7
  • Ponto negativo: Infelizmente não chega pra ajudar o menino que faz teatro de rua, o senhor sanfoneiro, a bandinha de pagode, os artistas plásticos das feirinhas, a artesã,... Enfim! Como o próprio Paulo era um dessa corja de mamateiros, segue o fluxo, tudo continua normal. Inclusive a hipocrisia e a cartinha com dinheiro do contribuinte

    Wj Santos 25/02/2022
    9
  • Ponto positivo: Este recurso é da Cultura e deve ser aplicado na Cultura.

    Van Assunção 24/02/2022
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.

  6. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).