Enquete do PL 4242/2021

Resultado

Resultado parcial desde 14/02/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 91 80%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 2%
Discordo totalmente 20 18%

O que foi dito

Pontos mais populares

O Brasil é majoritariamente um país cristão. Manter a Bíblia disponível para quem quiser, não desmerece nem invalida outra crença.

soemes 16/02/2022
6

Nosso país é laico e não deve favorecer uma religião em detrimento da outra. Embora a Bíblia tenha a sua importância na história da humanidade, a lei deveria incluir os livros de todas as religiões para ser justa.

Markenson França 15/02/2022
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

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  • Ponto negativo: Qual seria a reação dessas mesmas pessoas se na proposta ao invés da bíblia fosse o alcorão? ou o Ramayana? O livro dos espíritos? Obviamente haveria uma grita geral contra isso, e com razão. Dado isso por trás dos apoiadores existe uma concepção perigosa e hipócrita de que liberdade religiosa só e boa para a "minha" religião, logo coerção religiosa só é ruim contra a "minha" religião, já contra a dos outros é boa, é questão cultural etc.etcetc.

    JUTAI MORAES DE JESUS 13/03/2026
    0
  • Ponto positivo: Excelente proposta. Nosso manual da vida é a palavra de Deus

    Regis 23/11/2022
    2
  • Ponto positivo: "Nós nos unimos a outras religiões para a proteção de pessoas de todos os credos e convicções e de seu direito de expressar suas convicções." O projeto estabelece apenas que somente 2 exemplares sejam disponibilizados nas bibliotecas, sem que ninguém seja obrigado a lê-los ou estudá-los.

    Rosana 08/05/2022
    1
  • Ponto positivo: O Brasil é majoritariamente um país cristão. Manter a Bíblia disponível para quem quiser, não desmerece nem invalida outra crença.

    soemes 16/02/2022
    6
  • Ponto negativo: Todas as pessoas que são a favor desse tipo de proposta avaliam pensando em sua própria religião e nem por um segundo se lembram que há milhares de outras religiões. Desperdício de dinheiro público com objetivos unicamente religiosos de uma única religião. Além do mais, o que não falta neste país é locais para a prática religiosa, quer seja em casa ou na igreja., não há dificuldade alguma nisso.

    Carolina K 15/02/2022
    4
  • Ponto negativo: Nosso país é laico e não deve favorecer uma religião em detrimento da outra. Embora a Bíblia tenha a sua importância na história da humanidade, a lei deveria incluir os livros de todas as religiões para ser justa.

    Markenson França 15/02/2022
    8
  • Ponto positivo: A Bíblia é a palavra de Deus viva.As crianças devem entender a usar a fé desde de cedo.

    Genilza matos de Almeida 15/02/2022
    2
  • Ponto positivo: Não há pontos negativos no que diz respeito sobre a Biblia.Pelo contrário.O livro sagrado só tem pontos Positivos.

    Edson Patricio 14/02/2022
    1
  • Ponto positivo: As escrituras sagradas (Biblia) tem que está presente em qualquer orgão público sem nenhuma restrição.

    Edson Patricio 14/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Deus acima de todos!!!

    Sérgio Alberto Rodrigues Machado Machado 14/02/2022
    0
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  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

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  4. PL 849/2025

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    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

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