Enquete do PL 2564/2020

Resultado

Resultado final desde 09/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 41.964 99%
Concordo na maior parte 387 1%
Estou indeciso 21 0%
Discordo na maior parte 62 0%
Discordo totalmente 167 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A Enfermagem é uma profissão que se doa diariamente a sociedade e que merece respeito e um salário digno, pois essa profissão é uma peça chave em todos os setores da saúde! #aprovapl2564

Dária Maria 20/12/2021
1288

Não existe ponto negativo quando fala de valorização do trabalhador. Somos a ponta, nós quem estamos no nascimento e somos nós, que muitas vezes seguramos a mão durante a morte. Valorização já!!!

Liz Santos 20/12/2021
847

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 5044 encontrados.

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  • Ponto positivo: Viva a Enfermagem! Viva os direitos da categoria! Se não souber ao menos o que é passar 12 horas em pé, sem horário fixo de almoço, com a cabeça já no outro emprego para virar 24 horas, não é digno de optar em nada. Só quem é da classe sabe! Merecemos muito mais do que isso!

    Luis Fernando Telli 01/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Está mais do que na hora Estes profissionais merecem. Eles são nos hospitais a maioria. Sem eles não temos saúde

    DANIELLE PEREIRA DOS SANTOS 31/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Já passou da hora nós profissionais da saúde ser respeitados.

    Iraide Calixto 26/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Só quem está de fora não percebe o qt nós da aérea da saúde deixamos nossos lar pra cuidar da vidas dos clientes. Não vi meu filho crescer. Precisamos ser valorizados pra ficar em um emprego só e voltar pra casacomo toda pessoa normal faz.

    Iraide Calixto 26/07/2022
    2
  • Ponto positivo: Depois de anos lutando e colocando a necessidade de um estranho acima da nossa, deixando as nossas próprias família em casa para honrar o cuidado, nada melhor e mais justo que um pião salárial para podermos viver com mais dignidades.

    Jessica Bergamini 26/07/2022
    2
  • Ponto positivo: Nosso objetivo ver essa pl aprovada que vem anos se arrastando, mínimo para profissão, ter salário base.

    Heloise Da silva marques 24/07/2022
    2
  • Ponto positivo: O meu desejo é ver logo a nossa profissão sendo valorizada o mais rápido possível é o que desejo o nosso salário digno

    Aldilene Teixeira Sousa 15/07/2022
    2
  • Ponto positivo: Como estamos falando de BRAZIL e existe boas e más intenções dos políticos, só acredito quando o valor estiver implantado no meu contra cheque.

    PEDRO CARDOSO DA SILVA NETO 15/07/2022
    3
  • Ponto positivo: Somos Profissionais que estudamos 2anos em grau técnico e 5anos em grau Superior, fora os anos de especialização, somos nós que estamos na frente do abate, uma profissão que à anos só recebe migalhas, sem um amparo digno dos órgão competente, além de pagar uma fortuna de anuidade para o Coren e nunca ter retorno para categoria, com a pl2564 vidas serão recuperadas, quantos profissionais na área da enfermagem não perderam a vida, auto índice de suicídio por pressão psicológica,SOS ENFERMAGEM!!!

    Marcielly Siqueira 15/07/2022
    2
  • Ponto positivo: Nada mais justo, visto que deveria ter um piso para enfermeiros, farmacêuticos e biomédicos de forma mais justa, pois eles contribuem tanto para a nossa saúde que vocês não fazem Idéia, enquanto o Biomédico proporciona conhecimento para todos nós, os Farmacêuticos contribuem para a manipulação de medicamentos, remédios entre outros, e o enfermeiro contribui para o cuidado integral e humanizado ao ser humano de um ponto de vista holístico, nada mais justo do quê ter um piso salarial estipulado!!!

    GABRIEL SANTOS SILVA 09/07/2022
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei