Enquete do PL 4204/2021

Resultado

Resultado parcial desde 22/02/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 48 94%
Concordo na maior parte 2 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Precisamos aprovar esta PL Sou portador de intolerância a lactose com grau elevado, hoje tenho 28 anos, sou profissional a saúde e sei bem a dificuldade em se manter financeiramente uma criança que possuí Intolerância ou com APLV. Além do valor elevado para produtos desde público específico, tem a questão da desnutrição que pode ser aumentada ou causada pela falta do leite em crianças abaixo de 2 anos. Data24/02/2022 Excluir gostaram

fabio vinicius 24/02/2022
9

A mensuração do que seria baixa renda, tendo em vista que como o produto tem um custo elevado, e cuidar de uma criança não envolve apenas necessidade de leite (outros componentes como educação, saúde, higiene também demandam muito mais gastos), acredito que em comparação com as fórmulas infantis vendidas no mercado por R$ 50,00 em média, ao comprar 4 latas no mês, representaria um custo de 6% do valor da renda de salários mínimos. Sendo assim, acredito que essa proporção deveria ser mantida.

Mariane Pinheiro 26/07/2023
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acho importante ser aprovado, pq o leite é a fonte principal na alimentação até 1 ano. E o custo é muito alto.

    GILSARA SOANE GOMES 05/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Acho errado tendo em vista só quem é considerado baixa renda ter o direito de ganhar o leite, pois nem quem ganha 10 mil por mês teria condições de comprar, tendo em vista que uma lata que meu filho uma são 300 reais média e cada uma dura 3 dias, é uma conta básica pra verem que é impossível a gente conseguir arcar com isso.

    Bruna Cristina Janez de Oliveira 28/03/2024
    0
  • Ponto positivo: Acho de extrema importância que seja aprovada tendo visto o valor de uma lata de leite sem lactose e para quem tem alergia também.

    Bruna Cristina Janez de Oliveira 28/03/2024
    0
  • Ponto negativo: A mensuração do que seria baixa renda, tendo em vista que como o produto tem um custo elevado, e cuidar de uma criança não envolve apenas necessidade de leite (outros componentes como educação, saúde, higiene também demandam muito mais gastos), acredito que em comparação com as fórmulas infantis vendidas no mercado por R$ 50,00 em média, ao comprar 4 latas no mês, representaria um custo de 6% do valor da renda de salários mínimos. Sendo assim, acredito que essa proporção deveria ser mantida.

    Mariane Pinheiro 26/07/2023
    1
  • Ponto positivo: Meu filho tem APLV e se não fosse a ingestão de fórmula extensamente hidrolisada, não teria sobrevivido. A questão é que com 2 anos não recebo mais na farmácia de alto custo, porém já tentei fazer a introdução do leite de vaca com orientação da gastropediatra, mas ele ainda tem reações. Concordo com a continuidade até os 4 anos, tendo em vista necessitar dos nutrientes advindos do leite, que não são repostos na alimentação pois é uma etapa com seletividade alimentar prevalente.

    Mariane Pinheiro 26/07/2023
    1
  • Ponto positivo: Somente a lei deve ser para todos. O Custo é muito alto, mesmo para familias onde o pai e mãe trabalha e ganha mais que 2 salários. Estou com minha bebe com alergia, voltarei a trabalhar e minha renda vai em creche e leite especial.

    Carla Quintino 03/07/2023
    0
  • Ponto positivo: Meu filho foi diagnosticado com APLV, necessitamos da aprovação deste projeto!

    Marcos Machado 10/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Tenho um filho com paralisia cerebral e faz uso de dieta enteral via gastrostomia. Ele tem APLV e os valores para compra da dieta dele ultrapassam os R$20k por mês. Necessitamos de ajuda para ele poder se alimentar

    Fellipe Vilella 24/01/2023
    1
  • Ponto positivo: Meu filho foi diagnosticado hoje com APLV, não tinha conhecimento dessa situação, quando fui em busca de verificar o valor da fórmula receitada para as condições dele entrei em desespero, pois não possuo condições de adquirir a mesma por meios próprios.

    Keitiane B R Roque 24/01/2023
    1
  • Ponto positivo: As latas de leite da Neofort da Danone chegam ao valor de R$205,00 e precisamos de 5 por mês.

    Marcio Alle 15/12/2022
    1
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.