Enquete do PL 4168/2021

Resultado

Resultado final desde 21/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 13 41%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 6%
Discordo totalmente 16 50%

O que foi dito

Pontos mais populares

Igualdade entre cidadãos é o principal motivo de eu apoiar essa iniciativa. Parabéns ao autor do PL!

Eliabe Gouveia de Deus 10/08/2022
2

Independente de qual crença é aderida pela maior parte da sociedade, não é justo que apenas uma religião seja escolhida para ser titular da cultura nacional. A cultura nacional é formada por várias crenças diferentes e tanto as majoritárias como minoritários tem seu papel importantíssimo na formação da mesma. O problema é que o autor da PL não deve ter se lembrado que a matriz cristã se consolidou no Brasil - em grande parte - através de meios que (hoje) são reconhecidamente repressores.

Heloysa 21/11/2022
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: A falta de praticantes e seguidores do cristianismo.

    Ataide Pereira Silva Dos Santos 25/05/2024
    0
  • Ponto positivo: Desde que seja praticado no dia a dia dos habitantes do Brasil, esta atitude pode mudar as pessoas que não praticam o cristianismo, podem ter uma experiência mais fortalecedora e realista nas práticas religiosas e sociais.

    Ataide Pereira Silva Dos Santos 25/05/2024
    0
  • Ponto negativo: Eu concordo que o cristianismo seja patrimônio cultural mas não quero igrejas recebendo verbas do governo. Por ser um país laico todas as religiões poderiam receber incentivos, a partir desse precedente, e ter preferência dependendo do presidente na cadeira.

    Bruno de Carvalho Porto 21/03/2024
    0
  • Ponto negativo: Independente de qual crença é aderida pela maior parte da sociedade, não é justo que apenas uma religião seja escolhida para ser titular da cultura nacional. A cultura nacional é formada por várias crenças diferentes e tanto as majoritárias como minoritários tem seu papel importantíssimo na formação da mesma. O problema é que o autor da PL não deve ter se lembrado que a matriz cristã se consolidou no Brasil - em grande parte - através de meios que (hoje) são reconhecidamente repressores.

    Heloysa 21/11/2022
    3
  • Ponto positivo: O Estado é Laico e o povo que constitui esse Estado (Brasil) é em sua maioria Cristão. Defender o Cristianismo é defender mandamentos, costumes e tradições que fazem parte da história da humanidade. Vai muito além do que podemos explicar, é algo que transcende o homem e sua evolução. Concordo plenamente com esse projeto de Lei.

    Julio Cesar Gusso 08/11/2022
    1
  • Ponto negativo: A religião é superior à cultura. O cristianismo é centrado na pessoa de Jesus Cristo, enquanto manifestações culturais são expressões de povos e grupos variados. Essa proposta presta o maior desserviço à essa religião. A justificativa diz que somos um "País Cristão", mas toma direção prática totalmente contrária. Reconsiderem e rejeitem esta proposta.

    Paulo Henrique Melo do Nascimento 08/11/2022
    2
  • Ponto negativo: A princípio, essa tese não deve, de jeito nenhum, ganhar corpo, na medida em que o ESTADO É LAICO, isto é, não tem religião alguma. Se tal tópico for aprovado, dá margem a, por exemplo, bem mais preconceito para com as religiões de matriz africana. Além disso, o tema em questão se concretizar-se pode ir ao Supremo Tribunal Federal. Para efeito de comparação: Quem for cristão (protestante ou não) vá ao culto, à missa; quem for de religião de matriz africana, vá aos cultos.

    Lucas 08/11/2022
    1
  • Ponto positivo: Igualdade entre cidadãos é o principal motivo de eu apoiar essa iniciativa. Parabéns ao autor do PL!

    Eliabe Gouveia de Deus 10/08/2022
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.