Enquete do PL 4125/2021

Resultado

Resultado parcial desde 07/02/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 168 43%
Concordo na maior parte 13 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 11 3%
Discordo totalmente 199 51%

O que foi dito

Pontos mais populares

Na minha turma de direito (UFRN) só existiam dois negros. Vivi situações constrangedoras e me vi excluído trabalhos em grupo. Eu não venho das mesmas escolas, classe, grupo. Ainda falta mais diversidade em alguns cursos elitistas. A diversidade é por etnia e cor, não só por renda. É óbvio que os brancos pobres ainda possuem algum privilégio. É preciso diversificar as cotas sim...ampliar a inclusão dos grupos excluídos. Quilombolas, índigenas, ribeirinhos, ciganos, PCD....

Jussier Batista da Silva 18/02/2022
22

A constituição nunca foi cumprida para pessoas negras, que sempre sofreram com leis racistas que as impediram de chegar às universidades. A igualdade sempre foi somente no papel, não na vida real. Não faz sentido falar em proteger constituição nessa altura do campeonato. Ações afirmativas são importantíssimas. Discriminação positiva para quem sempre foi discriminado negativamente. É um jeito de consertar os erros do passado.

ANA LUISA DE BARROS ORSOLINI 18/02/2022
28

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 50 encontrados.

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  • Ponto positivo: Em um país no qual 56% das pessoas são negras ou pardas, as cotas raciais nada mais são que uma medida populista que fere a Constituição Federal. A cor da pele não é vista na correção do ENEM ou de concursos públicos, todos tem as mesmas condições de entrar numa universidade pública ou cargo público, ainda mais atualmente, que a internet democratizou a educação. Mas é claro que infelizmente essa proposta não vai ser aceita, pois há muita politicagem envolvida.

    Emerson Santos Araújo 28/05/2024
    4
  • Ponto positivo: A forma como ocorreu o fim da escravidão no País jogou a população negra em condições desfavoráveis de competitividade em relação as pessoas brancas. Porém cotas orientadas somente a cor de pele ao invés de focarem na renda da família é criar um novo tipo de preconceito contra aquele que não possui uma boa condição financeira porém não é negro. Se dentro da população mais carente a maioria é negra, naturalmente você vai estar atendendo a eles sem criar uma nova segregação no País.

    Andre Luiz Alves de Oliveira 17/04/2023
    8
  • Ponto positivo: Nada contra a politica de cotas, para concursos públicos relacionados ao ENEM, vestibulares universidades, faculdades escolas e outras instituições formadoras, que irão capacitar e igualar profissionalmente os menos favorecidos (pobres, negros, indios). Mas com relaçao aos concursos para o serviço publico ou instituiçoes profissionais todos devem estar capacitado intelectualmente, independente de sua origem racial, social, economica, etc . Todos devem ter a vara a isca e o anzol.

    Wellington Melo 09/04/2023
    5
  • Ponto positivo: Nada contra a politica de cotas, para concursos públicos relacionados ao ENEM, vestibulares universidades, faculdades escolas e outras instituições formadoras, que irão capacitar e igualar profissionalmente os menos favorecidos (pobres, negros, indios). Mas com relaçao aos concursos relacionados ao serviço publico ou instituiçoes privadas, não deveriam existir cotas, pois quem concorre a um cargo profissional deve estar capacitado independente de sua origem racial, social, economica, etc

    Wellington Melo 09/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Acho extremamente necessário que todos tenham as mesmas oportunidades, cotas sociais ainda iriam beneficiar os negros pobres e ainda iria abranger os brancos pobres sem distinção de raça ou criando uma segregação ainda maior sem resolver o problema ao todo

    Paola 16/11/2022
    5
  • Ponto positivo: Quando alguém diz que um negro mereceria algum benefício porque é negro, vejo que, ainda em 2022, temos muito a evoluir. Na minha faculdade (pública) tinha um negro que era de classe média-alta, e meu amigo, branco e pobre como eu, não entrou. Ao estado não cumpriria assisti-lo, também? Afinal, meu amigo por toda uma vida morou mal, teve de trabalhar desde criança, sofreu preconceito por viver em comunidade... Negros não podem ser tratados como seres especiais. As cotas raciais são isso.

    Doni 30/10/2022
    8
  • Ponto positivo: Se a maioria dos negros é pobre, então por que insistir na cota RACIAL, sabendo que isso cria animosidade com brancos e amarelos? Não podemos separar cidadãos pelo fenótipo, a menos que estejamos preparados para mais divergências, ódio, separação e tratamento diferenciado a determinados grupos (e nem sempre de um jeito bom!). Cotas precisam assistir a POBRES, negros ou não. Indo além, políticas públicas de inventivo ao controle de natalidade também são ESSENCIAIS. A pobreza se perpetua ali.

    Doni 30/10/2022
    8
  • Ponto positivo: Cotas raciais apenas dividem as pessoas pela cor, eu sou negro de família pobre, sempre fui aplicado, sabia das dificuldades e sempre estudei pq a única solução pra melhorar de vida é a educação, passei no IF no Ensino Médio e em 5 universidades sem precisar de cotas, as notas foram maiores que a nota da cota e outras pessoas usaram. As cotas sociais são muito mais importantes e mais benéficas à sociedade em geral, dando oportunidades iguais a todos.

    Arthur Otto 27/10/2022
    6
  • Ponto positivo: A pobreza NÃO TEM COR ,

    anderson froes sousa 21/06/2022
    9
  • Ponto positivo: Não podemos pagar a dívida social com os negros, criando uma divida social com os pobres não negros!

    Edson Jucá 10/06/2022
    10
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei