Enquete do PLP 192/2021

Resultado

Resultado parcial desde 20/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 149 91%
Concordo na maior parte 9 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 3 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

É um projeto de lei que assegura a subsistência de pessoas que deixaram a sua vida profissional de lado para cuidar de outra pessoa. Muito justo, haja vista que é muito difícil a reinserção ao mercado de trabalho para pessoas mais velhas, não por elas não quererem, mas sim porque frequentemente o mercado de trabalho mantém as portas fechadas para essas pessoas, infelizmente.

Ana Beatriz Ramada 17/05/2023
30

A ideia é boa,mas discordo do benefício somente para mulheres. Deveria ser ao cuidador independente do sexo, afinal aquele que se dedica aos cuidados seria assistido.

lenilson takato 04/01/2023
24

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto negativo: Em resumo, a morosidade do processo legislativo é um obstáculo significativo para que os potenciais beneficiários do PLC 192/2021 tenham seus direitos reconhecidos e protegidos em tempo hábil. A demora perpetua a vulnerabilidade e a insegurança de um grupo que desempenha um papel fundamental na sociedade.

    RONI DA SILVA 09/04/2025
    1
  • Ponto positivo: Potencial Inclusão de Homens Cuidadores (com a emenda): A emenda aprovada na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para incluir homens que desempenham papéis análogos aos das mulheres prestadoras de cuidados é um avanço importante para a igualdade de gênero e para o reconhecimento de todos os cuidadores.

    RONI DA SILVA 09/04/2025
    0
  • Ponto positivo: O parecer do relator foi favorável e sugere a alteração de mulheres para Pessoa ,ou seja QQ pessoa ,seja homem ou mulher.por isso concordei totalmente. Espero q esse projeto seja votado e aprovado ,pois assim como eu muitas pessoas abriram mão de sua profissão (nesse caso eu e meu esposo,pois não tenho a mínima condição de tomar conta de meu pai sozinha ,muito menos pagar alguém).

    GIDEANE CERQUEIRA LIMA 07/01/2025
    1
  • Ponto negativo: A proposta deveria suprimir a palavra mulher por pessoa. Em todo o país, são pessoas cuidando de pessoas que vivem essa realidade, independente de gênero.

    JORGE MENDONCA DA FONSECA JUNIOR 30/09/2024
    0
  • Ponto negativo: Temos que ficar a merce dos dignissimos Deputados e Senadores pra autorizar esse pequeno beneficio , se fosse em prol deles ja haviam votado ..... estou indignada com essa demora....... Logo chega novas eleiçoes e estamos de olho em voces......

    ODETE MARIA DOS SANTOS VIRGENTIM 12/09/2024
    0
  • Ponto positivo: É um projeto muito importante não so para as mulheres cuidadoras mas tambem ao homens cuidadores. Parabéns a essa Deputada pela iniciativa. Sou totalmente a favor.

    ODETE MARIA DOS SANTOS VIRGENTIM 12/09/2024
    1
  • Ponto positivo: Excelente projeto que humaniza a relação de cuidados, a fim de prestar garantias ao cuidador, não o deixando a própria sorte.

    José Lucas Soares Santos 17/05/2024
    7
  • Ponto negativo: É um olhar muito fechado e diria até preconceituoso e minimalista, propor essa grandiosa visão humanista apenas por gênero. Deve-se olhar a visão como um todo para o ser humano que está incluído, passando, vivenciado tal situação de cuidador. Esse é o correto, justo. Vamos seguir o bom exemplo de outros países europeus que já possuem este "auxílio". Lutemos por um Brasil mais justo e mais correto.

    rafael M. C. 22/03/2024
    2
  • Ponto positivo: E mais do que humano e justo que pessoas (homens ou mulheres) os quais tenham que "abandonar" seu trabalho para cuidar de pessoas que não conseguem por si só exercer funções básicas de si e de sua vida civil. Podendo receber um benefício, auxílio, ajuda, financeira acima de um salário mínimo, durante o período de cuidadores e após o falecimento de quem está sendo cuidado. Justamente para garantir seus direitos.

    rafael M. C. 22/03/2024
    4
  • Ponto positivo: Sou professora municipal concursada e fui obrigada a pedir aposentadoria com apenas 10 anos de serviço, para continuar a cuidar da minha mãe com 103 anos, EXCLUSIVAMENTE. Minha renda caiu substancialmente, passamos a viver com a pensão dela. Agora ela faleceu, estou com 70 anos. Não acho justo ficar sem esse benefício, já que agora não consigo mais voltar ao mercado de trabalho devido a idade e já estou cheia de problemas de saúde. Essa Lei deve ser aprovada URGENTEMENTE!

    IZILDA MARIA DE TOLEDO MACHADO E MELLO 25/09/2023
    14
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  5. PL 635/2021

    O Projeto de Lei 635/21 determina que o 13º salário, ou gratificação natalina, será isento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e da contribuição previdenciária. O texto está em análise na Câmara dos Deputados O 13º salário é um direito trabalhista garantido pela Constituição (art. 7º, inciso VIII). “O mandamento constitucional tem por objetivo proporcionar a percepção da chamada gratificação natalina de forma integral, sem tributação ou descontos”, afirma o autor da proposta, deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA). Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1469/2020

    O Projeto de Lei 1469/20 estabelece idade máxima para o ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar, de 35 anos para os quadros de oficiais e de praças; e de 40 anos para os quadros de oficiais médicos, de saúde ou de outras especializações. A proposta em tramitação na Câmara dos Deputados insere o dispositivo na Lei de Reorganização da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (Decreto-Lei 667/69). O autor da proposta, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), explica que hoje não há padronização. “Nos editais de concursos públicos de muitos estados, verifica-se idade-limite fixada em critérios desarrazoados, desproporcionais e distantes da realidade da expectativa de vida dos brasileiros”, afirma. “Em décadas passadas, era razoável fixar idade-limite em torno de 20 anos para ingressar nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militares. Nos dias atuais, tal medida revela-se totalmente anacrônica e, em última análise, inconstitucional”, alerta. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei