Enquete do PL 3976/2021

Resultado

Resultado parcial desde 10/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 27 63%
Concordo na maior parte 15 35%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Da um folego aos cuidados ja que o governo deixa a desejar

ANA CLAUDIA SANTOS DE JESUS 25/04/2023
2

Se procurar saber o valor de uma fisioterapeuta, terapia ocupacional vai ver que o valor de 3 salarios minimos é muito baixo, poderia ser 5 cinco salários minimos

ANA CLAUDIA SANTOS DE JESUS 25/04/2023
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto negativo: Antes de estipular um limite para a isenção, deveriam se informar melhor sobre os custos que uma família tem com uma criança com TEA! Esse limite de 3 salários é ridículo!!! Eu abro mão dessa isenção em troca de ter acesso a todos o tratamento na rede pública!!! Vamos trabalhar senhores parlamentares!!! Pq essa parte aí está simplesmente uma vergonha!

    KENEDY OLIVEIRA CAMPANARI 28/12/2024
    0
  • Ponto negativo: Diante da incapacidade do governo de fornecer plenamente os tratamentos adequados para PCD, a isenção deveria ser para TODOS os deficientes, independente do valor de aposentadoria recebido. Não há lógica alguma em limitar a 3 salários mínimos. A não ser a ganância! Canso de ouvir dos médicos e fisioterapeutas do SUS que não tem os recursos para me tratar corretamente. Mas o governo ainda quer me cobrar IR. Absurdo explorar PCD.

    ANDREA FRANCA FIGUEIREDO SALTON 29/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Que esse tema seja, finalmente, transformado em lei. Posto que o governo não tem capacidade de atender as necessidades do PCD, que nos isente para podermos custear nossos tratamentos com o mínimo de dignidade.

    ANDREA FRANCA FIGUEIREDO SALTON 29/08/2024
    0
  • Ponto negativo: Essa PL não fala nada sobre a isenção para deficientes visuais, intelectuais e auditivos.

    DUDA TAYLOR SANTOS ARAUJO 01/07/2024
    0
  • Ponto negativo: Que valia terá esse PL após o Presidente da República cumprir sua promessa de isentar quem ganha até R$ 5.000,00? Pois atualmente 3 salários mínimos totalizam R4 3.906,00! Por favor, isentem totalmente! Não brinquem com nosso sofrimento! Isso, caso vocês tenham uma mínima ideia do que é ter filho deficiente que dependerá de nós pelo resto da vida!

    Assinante 16/04/2024
    0
  • Ponto negativo: O limite de até 3 salários mínimos é muito pouco. Existe um PL, o 1599/15 (8+ anos tramitando...) que prevê isenção integral. É o mínimo que o estado poderia oferecer, pois, para quem tem condições de trabalhar mas não trabalha, existem inúmeros benefícios. Porém para quem luta todos os dias para contribuir com a sociedade buscando por uma vida melhor, tais benefícios não se aplicam...

    JEFERSON MICHELIN 26/01/2024
    3
  • Ponto positivo: excelente medida para minimizar os elevados gastos com a criança /jovem/adulto com autismo

    Jose Carlos 25/01/2024
    1
  • Ponto negativo: O benefício deve ser estendido para qualquer pais ou tutores, sem diferenciação de valores de salários, pois a lei enfoca a deficiência e a luta dos pais, não a situação econômica. deve ser prevista para todo o pai/mãe que comprove a deficiência do filho.

    Jose Carlos 25/01/2024
    0
  • Ponto negativo: 3 salarios é pouco pra quem dependente PCD, ainda mais por que pode ser mais de um dependente

    Cristiane Menezes Fernandez 31/10/2023
    2
  • Ponto positivo: Um projeto desse visa equilibrar a situação econômica das PCD''s em comparação com o restante da sociedade. É justiça, é o estado tratando a todos com equidade.

    Kaline Martins 21/07/2023
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei