Enquete do PL 3702/2021

Resultado

Resultado final desde 25/11/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 498 83%
Concordo na maior parte 7 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 87 15%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os direitos dos cidadãos, precisam ser respeitados! Não podemos aceitar a obrigatoriedade de uma vacina experimental.

Ines 18/01/2022
33

Acho que esse NAZISMO de obrigar a vacinação e o mesmo o que foi feito com os judeus que em nome do conhecimento científico aplicavam gasolina nos coitados para ver se andavam mais rápidos!!!!! E o mesmo que acontece hoje e um experimento em nome do conhecimento científico com um custo monetário alto e de vidas humanas que e o mais importante também !!!!!

Francisco Carlos Faria 20/01/2022
17

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 67 encontrados.

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  • Ponto positivo: A livre escolha dos cidadãos é sempre melhor que a imposição do Estado.

    Adilson Nascimento Junior 30/03/2022
    2
  • Ponto positivo: LIBERDADE DE ESCOLHA É SIMPLES , até que essas vacinas sejam totalmente testadas ao longo dos anos e realmente comprovada que não causam efeitos colaterais

    Juscelino lagos 12/03/2022
    5
  • Ponto positivo: Sou contra a exigência de passaporte. Embora seja a favor de vacina, apenas contra a obrigatoriedade do passaporte, mais ainda agora, que vimos com a Ôm1cron que a vacina não impede a transmissão, ainda mais essa vacina fabricada de forma experimental e que foi feita baseada no vírus de origem (ou vírus selvagem).

    Andrea Rangel 12/03/2022
    4
  • Ponto positivo: Sou contra o passaporte sanitário, até porque as vacinas não tem eficácia sobre o vírus, mesmo que você tome 10 doses poderá contrair e transmitir. A desculpa da vacina é que se tomar a pessoa não chegará ao estágio grave da doença, sendo que isso é mentira, pois pessoas morreram com COVID-19, mesmo tendo tomado todas as doses, sem contar os casos de morte súbita, trombose entre outros efeitos colaterais graves que muitos tiveram pós vacina e isso não é divulgado e ninguém se responsabiliza.

    Kelle Simões 11/03/2022
    4
  • Ponto positivo: Liberdade INDIVIDUAL até que esses experimentos sejam, realmente, comprovados cientificamente tanto na sua eficácia, como, e principalmente, na sua segurança!

    ElianaPeixoto 11/03/2022
    11
  • Ponto positivo: Se ouver risco ainda depois de termos a convicção de que mesmo com o carnaval onde muitos lugares haviam milhares de pessoas se agrupando e após sem aumento significativo de casos graves, cabe ao cidadão assumir seu risco sem priva-lo de sua própria liberdade!

    Hilton Ferreira 09/03/2022
    9
  • Ponto positivo: Essas vacinas são EXPERIMENTAIS, isso é um FATO. Não possuem comprovação científica de eficácia nem de segurança. Outro FATO. Pessoas vacinadas continuam transmitindo, se infectando, ficando doentes, internando e até morrendo. Mais um FATO. A vacinação em massa no meio de uma pandemia é científicamente polêmico (outro FATO), e vem gerando lucros milionários para as BigPharma e seus donos já bilionários (outro FATO). Querem mais ? Tem muito mais. Você se vacinou, sinto muito, foi enganado.

    Alexandre Bava 08/03/2022
    15
  • Ponto positivo: Totalmente de acordo. O cerne é sobre liberdade individual!

    Marcelo Fontes de Almeida 07/03/2022
    9
  • Ponto positivo: Apoio totalmente, o indivíduo não deve se sujeitar a restrições por rejeitar a utilização de tratamento experimental, que não tenha cumprido todas as etapas ordinárias. Hoje a medicina trata a covid com um grande número de medicamentos, não é necessário submeter-se à vacinação. Àqueles que voluntariamente, sem nenhum constrangimento quiserem se submeter, que fiquem à vontade para o fazer.

    Marcelo Barroso Pessanha 07/03/2022
    12
  • Ponto positivo: Se a vacina funciona mesmo então os vacinados não tem que se preocupar com os não vacinados, até porque já estão protegidos, sem contar que a decisão de tomar ou não cabe ao bom senso do próprio indivíduo de acordo com o que julga ser melhor para si e sua família.

    alessandro Oliveira 07/03/2022
    6

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  3. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.