Enquete do PL 3662/2021

Resultado

Resultado final desde 14/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 564 59%
Concordo na maior parte 33 3%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 12 1%
Discordo totalmente 364 37%

O que foi dito

Pontos mais populares

Proposta absurda! Total desrespeito com os servidores que ocupam o cargo de Técnico Judiciário e que desempenham atividades com responsabilidade e eficiência. Extinguir o cargo técnico judiciário ê uma traição com os jurisdicionados e com os servidores.

Fernanda Lídice Francisquini Fernandes 17/03/2022
34

Não há pontos negativos quando avaliamos sob a ótica do serviço público ( aprimoramento sem qualquer aumento de custos) ou sob a ótica trabalhista (valorização de todos os trabalhadores do PJU e reconhecimento da complexidade do cargo de técnico). Só haveria pontos negativos sob a ótica da vaidade egoísta, do apreço pela desigualdade entre colegas e pela decadência do serviço público.

Fernanda Ferreira 06/04/2022
42

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 135 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não está satisfeito com a remuneração de Técnico, faz concurso para Analista. E não adianta só "passar" e reclamar que não foi chamado. Tem que passar DENTRO das vagas.

    O Crítico da Crítica 19/09/2022
    0
  • Ponto negativo: EMENDA DA DEPUTADA ERIKA TOTALMENTE INCONSTITUCIONAL E POSSUI VÍCIO DE INICIATIVA. SEGREGAÇÃO E ELITIZACAO DO PODER JUDICIÁRIO. ALÉM DISSO, IRÁ ONERAR ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, VISTO QUE, FUTURAMENTE ESSES SERVIDORES IRÃO PLETEAR AUMENTO DA REMUNERAÇÃO. A EMENDA DA DEPUTADA PRECISA SER VETADA PELO PRESIDENTE!!

    Juliana 09/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Essa Elitização do serviço público afeta diretamente pessoas que, por não ter acesso a universidade, veem no concurso público uma porta de entrada para o mercado de trabalho e consequentemente acesso ao ensino superior, haja visto que no Brasil ainda temos grande maioria com somente o ensino médio. Todos devem ter o direito de ingresso na atual situação educacional do Brasil.

    Julio Lino 02/09/2022
    1
  • Ponto positivo: Obtém-se uma globalização nas funções da União, além de os servidores do antigo Ensino Médio pleitear aumento salarial equiparando-se ao Nível Superior.

    Julio Lino 02/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Inconstitucional, sou Analista do TRE-PR. Concordaria se exonerassem TODOS técnicos e enviassem para cadastro reserva para esperar por um cargo equivalente. Fizeram a prova que é a metade de um Analista para depois se integrarem? Claro que nos comentários positivos os Técnicos estarão dando positivo, em alguns anos poderão estar recebendo vencimentos equivalente sendo que fizeram prova NM.

    Victor Prado 02/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Será mais uma forma de excluir os excluídos.Rudículo.

    sandra 29/08/2022
    6
  • Ponto positivo: É necessário o nível superior para o cargo de técnico sim, pois as atividades exercidas pelos tecnicos exigem conhecimento profundo das disciplinas de Direito. Sou técnico judiciário no ERJ há vinte anos, fiz vários concursos para analista passando muito bem colocado em vários, mas para o tribunal é muito mais vantajoso pagar o salário de técnico do que o de analista, por esse motivo nunca fui chamado para analista. Conheço vários colegas na mesma situação.

    ROBSON MAURICIO DA SILVA MOREIRA 29/08/2022
    1
  • Ponto positivo: As atividades desempenhadas para a ampla maioria dos técnicos são atividades realizadas pelos analistas, sendo apenas coerente essa qualificação e manter justiça para os servidores que são muito sacrificados

    JOSÉ GALEBIO 24/08/2022
    3
  • Ponto positivo: Os Técnicos na sua maioria já possuem nível superior, alguns até com mestrado e doutorado. Nada mais justo que também tenham seus conhecimentos valorizados e recompensados em seus vencimentos.

    Lazinho Gomes Borges 22/08/2022
    1
  • Ponto positivo: Tecnicos fazem o mesmo trabalho que os analistas, agora com o processo digital não tem desculpa para continuar com o desvio de função.

    MARISTELA RODRIGUES FARIA 17/08/2022
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.