Na maioria das vezes as mães que detém a guarda e impede a criança de ter contato com o pai e até mesmo com a família paterna, está usando a criança como moeda de troca ou alguma forma de vingança para causar sofrimento. Esse é o único objetivo. Quem ama une e não separa. Ninguém pensa na criança, pois é da família da criança que estamos falando aqui e não dá família de cada um dos pais. É claro que muitas vezes se faz necessário afastar um dos genitores mas a família toda?! Isso é crueldade
Enquete do PL 3535/2021
Resultado
Resultado parcial desde 21/12/2021
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 31 | 48% |
| Concordo na maior parte | 1 | 2% |
| Estou indeciso | 0 | 0% |
| Discordo na maior parte | 1 | 2% |
| Discordo totalmente | 31 | 48% |
O que foi dito
Pontos mais populares
Ah pronto, agora esses pais ausentes que aparecem só quando conveniente pra eles, praticam violência vicaría, usam do aparato judicial pra controlar a mãe através do filho, pagam uns 400 reais e olha lá de pensão, quando paga, terá mais essa arma também: criminalizar a mãe!O caso da Paula tá aí, foi recente, mudou pra São Paulo e fez muito bem. Por essa infâmia ela seria acusada de crime e provavelmente perderia, só ver a Luana P. que até com vídeo mostrando a agressão,perdeu.Não ao retrocesso!
Todos os pontos levantados pelos usuários
Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.
Baixar-
Ponto negativo: Mais uma lei que se presta a garantir que abusadores, agressores de crianças e de mulheres continuem tendo acesso irrestrito às crianças, de modo a perpetuar o ciclo de violência intrafamiliar e, por extensão, violência institucional patrocinada pelo Estado. Há uma inversão de valores perversa, na qual o interesse da parte que dispõe de mais recursos financeiros (geralmente o pai) se sobrepõe ao melhor interesse da criança! Mais um instrumento que reflete a misoginia do nosso país. Lamentável!
FABIANA SILVA CHAVES 12/04/20252 -
Ponto negativo: + o ponto n é tirar de cena casos em q o filho é usado pelo genitor/a como “moeda de troca”, há outras formas de se proteger contra q n pelo PL, maso qnt essa lei abre margem pra perpetuar um cenário de violência mt + recorrente. Cria meios que naturalizam um comportamento em q na maior parte dos casos uma das vítimas é justamente a mãe, que assim como o filho, sofre em ambiente doméstico agressões de diversas naturezas. ql o ponto da lei ent se não reflete grande parte da realidade brasileira?
MARINA CALEGARE MARTINEZ TAVARES 09/04/20250 -
Ponto negativo: Uma boa lei reflete uma NECESSIDADE da sociedade. Deve se basear em ocorrências em massa q justificam uma proteção específica. 3 em cada 10 MULHERES já sofreram violência doméstica. em 2023, 250 mil casos foram registrados. em média 60% são mães. em mts casos de violência sexual o pai se destaca como agressor. qual é a realidade q a lei representa? é fato que ocorrem situações em que o filho é usado como moeda de troca, mas qnts a ponto de sobressair uma realidade mais violenta e diária? +
MARINA CALEGARE MARTINEZ TAVARES 08/04/20250 -
Ponto negativo: Além de ser absurdo criminalizar a mãe, caso o homem sumir e não ser responsável pelas suas atitudes,faz-se necessário revogar a lei de alienação parental.
VITOR RODRIGUES LIMA DE OLIVEIRA 08/04/20254 -
Ponto negativo: Retrocesso!A mãe dificilmente consegue comprovar violência emocional, patrimonial e até mesmo a física,quando consegue e se consegue já está num nível gravíssimo que talvez não tenha nem sequer reparação, a mãe tenta de todos os modos proteger seus filhos e estão sempre duvidando dos propósitos desta deixando as mercê de abusadores sem poder proteger suas crias. Mães não são vingativas, não dificultam visitas e contato, aliás o que mais querem é ver os filhos felizes.Essa PL favorece abusadores
LEA SCHWERY 08/04/20254 -
Ponto negativo: Ah pronto, agora esses pais ausentes que aparecem só quando conveniente pra eles, praticam violência vicaría, usam do aparato judicial pra controlar a mãe através do filho, pagam uns 400 reais e olha lá de pensão, quando paga, terá mais essa arma também: criminalizar a mãe!O caso da Paula tá aí, foi recente, mudou pra São Paulo e fez muito bem. Por essa infâmia ela seria acusada de crime e provavelmente perderia, só ver a Luana P. que até com vídeo mostrando a agressão,perdeu.Não ao retrocesso!
DANIELA SCHWERY HERCULANO DOS SANTOS 08/04/20257 -
Ponto positivo: Pois uma criança muita das vezes é criada no âmbito da família paterna e a mãe por ter apenas guarda de fato simplesmente some com a criança pra outro estado. Tá e a criança e família a qual ela nasceu e foi arrancada sem se quer pensar no bem estar da própria. Tem ser crime sim pois paí tem seus direitos assim como tens deveres materias e afetivos.
Juliana Valéria Barbosa Nogueira 22/08/20233 -
Ponto positivo: Na maioria das vezes as mães que detém a guarda e impede a criança de ter contato com o pai e até mesmo com a família paterna, está usando a criança como moeda de troca ou alguma forma de vingança para causar sofrimento. Esse é o único objetivo. Quem ama une e não separa. Ninguém pensa na criança, pois é da família da criança que estamos falando aqui e não dá família de cada um dos pais. É claro que muitas vezes se faz necessário afastar um dos genitores mas a família toda?! Isso é crueldade
Cilmara Medeiros 27/06/20233 -
Ponto negativo: Para complementar a sugestão anterior, deveria existir o seguinte paragrafo (n punitivo, mas incentivador a solucionar o problema): O subtrator denunciado que se transferir no exterior, se retornar com a vítima voluntariamente e no prazo de 6 semanas (em concordância com a Convenção da Haia de 1980), se beneficiará da suspensão da pena de detenção.
Constantino 02/09/20220 -
Ponto negativo: Em base as criticas levantadas, a lei deveria se aproximar àquela italiana, algo como: "Aquele que subtrai um menor de 16 anos, ou uma pessoa com invalidez psíquica, do genitor que exerce a responsabilidade parental, do tutor, ou do curador, ou de quem possua a guarda ou vigilância, é punido, com denúncia deste genitor ou tutor ou curador, com detenção de 2 a seis anos e com multa por cada dia em que não for respeitado a eventual imposição judicial de retorno.
Constantino 02/09/20222