Enquete do PL 3506/2021

Resultado

Resultado parcial desde 17/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 10 42%
Concordo na maior parte 3 12%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 4%
Discordo totalmente 10 42%

O que foi dito

Pontos mais populares

Traz mais eficiência ao sistema de justiça, racionalizando o processo e também, trazendo economicidade. Rapidez nas realizações de audiências e também segurança para as partes envolvidas.

Davi Lucena 05/06/2022
2

Eventual dificuldade do jurisdicionado com os meios tecnológicos (representados pela Defensoria Pública, visto que quando se tem advogado particular deve participar do escritório do advogado) poderiam ficar contemplados pelo PL, com permissão de participação excepcionalmente no fórum mediante requerimento prévio (como já acontece hoje em dia). A falta disso vai obrigar os Tribunais a resolverem a questão por regramentos internos, o que abre espaço para divergência de entendimentos.

William Figueiredo Cabreira 12/07/2022
0

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Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto positivo: Hoje em dia qualquer cidadão comum possui um celular com câmera e pode participar numa boa de uma audiência virtual que na esmagadora maioria das vezes dura nem 5 minutos. Para aqueles que concordam em parte, poderia ser obrigatória a audiência virtual nos processos de JEC onde o advogado é obrigado a colocar terno e se deslocar pra falar por no máximo 3 minutos algo que poderia ser evitado no conforto de sua casa ou escritório e a parte de qualquer lugar apenas colocando a cara na tela. Aprova!

    Thulio Avelar Andrade 08/08/2023
    0
  • Ponto negativo: Eventual dificuldade do jurisdicionado com os meios tecnológicos (representados pela Defensoria Pública, visto que quando se tem advogado particular deve participar do escritório do advogado) poderiam ficar contemplados pelo PL, com permissão de participação excepcionalmente no fórum mediante requerimento prévio (como já acontece hoje em dia). A falta disso vai obrigar os Tribunais a resolverem a questão por regramentos internos, o que abre espaço para divergência de entendimentos.

    William Figueiredo Cabreira 12/07/2022
    0
  • Ponto positivo: A virtualização dos atos processuais traz benefício para a população, especialmente no que diz com a Duração Razoável do Processo.

    William Figueiredo Cabreira 12/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Audiência de forma virtual de forma obrigatória é temerário. Temos assistido a dificuldade da população mais carente em realizar esse tipo de audiência, seja porque muitos tem dificuldade em lidar com o sistema, seja porque não possuem equipamentos para garantir a realização da audiência. Nem mesmo internet de qualidade para realização do ato.

    Simone Braga da Silva 05/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Traz mais eficiência ao sistema de justiça, racionalizando o processo e também, trazendo economicidade. Rapidez nas realizações de audiências e também segurança para as partes envolvidas.

    Davi Lucena 05/06/2022
    2
  • Ponto positivo: Economia de recursos públicos, além de permitir que policiais militares, durante as audiências criminais, não percam tempo de serviço ou de folga esperando o ato começar. Não há como enxergar prejuízo nos atos realizados pela via virtual. O jurisdicionado também prefere assim, sem dúvidas.

    Pedro Icaro Cochrane 04/06/2022
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei