Enquete do PL 3418/2021

Resultado

Resultado final desde 09/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 113 85%
Concordo na maior parte 8 6%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 9 7%

O que foi dito

Pontos mais populares

A escola não é feita apenas de professores. Secretários, agentes de apoio, gerentes, merendeiras, todos os dias estão atendendo aos alunos em suas necessidades logo são sim profissionais e educadores. Nós tornamos médicos, psicólogos, enfermeiros, cuidadores, guardas, conselheiros para manter a escola em perfeito funcionamento.

Tânia Moutinho 17/12/2021
6

Profissionais da educação são aqueles que tem formação na área e os que exercem o magistério. A escola é feita sim por todos que ali trabalham, e os funcionários merecem com certeza melhores salários e condições de trabalho, mas pela lei é necessária sim a profissionalização para ser considerado profissional da educação. Se não for assim, é inconstitucional o uso dos 70% para remuneração dos mesmos.

Jaci Lobato 23/12/2021
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto negativo: Esse ano, concordo que o recurso seja rateado apenas entre os professores. O ideal seria um aumento de 70 para 80 %,. Nesse caso sim teríamos recursos para incluir os demais servidores.

    ILDESLANE DIMEIRA DOS REIS ROSA 28/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Os recursos do Fundeb devem sim ser direcionados somente aos professores porque quando um professor adoece e falta não é o secretário, ou a tia da cantina ou o tio do portão que vão nos substituir em sala de aula e sim outro professor. Concordo que cada um seja valorizado de acordo com sua área de atuação e com seus próprios recursos. Quando fazemos greves e lutamos por nossos direitos são somente os professores que dão a cara para bater e não outras profissionais de outras áreas.

    Miryan Mendes 27/12/2021
    0
  • Ponto positivo: A valorização do magistério e direito do profissional da educação por isso os 70% do fundeb deve ser desses profissionais, e não dos outros servidores.

    Ana Meires Marinho 26/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Educaçao, ensino é feito por profissional com formaçao. Fundeb é do professor.

    Marcele Botelho Almeida 23/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Enquanto escolas públicas carecem de tudo, investir dinheiro público no RICO SISTEMA S é no mínimo IMORAL. Mais um RETROCESSO.

    Alessandrina Camargo Lemes 23/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Profissionais da educação são aqueles que tem formação na área e os que exercem o magistério. A escola é feita sim por todos que ali trabalham, e os funcionários merecem com certeza melhores salários e condições de trabalho, mas pela lei é necessária sim a profissionalização para ser considerado profissional da educação. Se não for assim, é inconstitucional o uso dos 70% para remuneração dos mesmos.

    Jaci Lobato 23/12/2021
    2
  • Ponto negativo: Não existe o psicólogo formados trabalhando na escola. Existe os funcionários invisíveis, que escuta os problemas dos alunos, que percebe marcas no corpo das crianças, os psicólogos somos nós, com a aferição de temperatura o que mais vejo são braços cortados, levo esse aluno em uma sala e converso, tento fazer minha parte. Psicólogo somos nós educadores.

    CMP mp 21/12/2021
    0
  • Ponto positivo: Trabalho na Educação a 20 anos, e sempre digo que colocou o pé na escola, "somos todos educadores". Mas depois dessa novela recebe não recebe, tem direito não tem direito, eu percebi que na educação só existe professor. O restante é só a tia e o tio do portão, a tia da limpeza e tia da cozinha, pessoas que não fazem nada, que não fazem a menor falta no dia a dia das escolas. Todos merecem ser valorizados igualmente, o direito é de todos profissionais da educação independente de função e cargo.

    CMP mp 21/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Na periferia tem psicólogos? Onde?

    LJane Morais 20/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Não existem psicologos nas periferias, onde vai esse dinheiro?

    LJane Morais 20/12/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei