Enquete do PL 3384/2021 (Nº Anterior: PLS 201/2016)

Resultado

Resultado parcial desde 15/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 4%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 193 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Estamos num momento para defender a fauna e flora. Precisamos equilibrar o meio ambiente. A fase da caça aos animais acabou faz tempo. Será um retrocesso para o Brasil que quer serum pais sustentável seguir com esse PL

Luciana Alves 07/06/2022
6

Um absurdo pois além de maltratar os animais, não tem nada de esportivo, de curtição em ver um animal sofrendo e não acrescenta nada para a evolução.

Andrea Vasques 07/06/2022
11

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Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto negativo: Está PL coloca em risco os animais Silvestres nativos trazendo o aumento de sua caça; Trás risco sanitário, favorecendo a dispersão de zoonoses na sociedade; Aumento de utilização de cães para caça associados a maus tratos. Além disso já foi concluído que a prática de caça esportiva para controle de javalis é ineficaz, auxiliando inclusive na sua dispersão, e vai contra a ética de que os animais são seres sencientes e seus interesses devem ser considerados na política de controle populacional.

    Bianca 15/05/2024
    3
  • Ponto negativo: Espécie invasora e nociva para o meio ambiente são os seres desumanos, que se acham os donos do mundo e cuja maioria dos atos e invenções prejudicam a si mesmos, exterminam outras espécies de seres vivos e destroem o planeta. Todas as demais espécies de seres vivos convivem harmoniosamente entre si e com seu habitat. Quando matam outro animal, é pra comer, para sobreviverem, não por diversão e nem mais do que o necessário.

    Priscila Paiva 12/08/2023
    3
  • Ponto negativo: "...nocividade da espécie exótica invasora..." (Fonte: Agência Câmara de Notícias): há muito que se refletir sobre isso, não há?

    Márcio Gomes Gonçalves 15/12/2022
    1
  • Ponto negativo: Este projeto de lei é incompatível com um país que precisa proteger seus animais e florestas. Atrasado, colonial e violento, não resolve nada.

    Daniela Rueda 21/06/2022
    1
  • Ponto positivo: É preciso respeitar a fauna e a flora, o divertimento se torna um pesadelo!

    Flávia 08/06/2022
    1
  • Ponto negativo: Só é devida a caça de animais para controlar os impactos negativos referente ao crescimento de determinada espécie (Ex: Javali). Então, deixem os animais em paz!!!

    Guilherme Nascimento 08/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Estamos num momento para defender a fauna e flora. Precisamos equilibrar o meio ambiente. A fase da caça aos animais acabou faz tempo. Será um retrocesso para o Brasil que quer serum pais sustentável seguir com esse PL

    Luciana Alves 07/06/2022
    6
  • Ponto negativo: Retrocesso! Animais e natureza pedem socorro pra existir!!

    Ana Carolina Fiori 07/06/2022
    7
  • Ponto negativo: Um absurdo pois além de maltratar os animais, não tem nada de esportivo, de curtição em ver um animal sofrendo e não acrescenta nada para a evolução.

    Andrea Vasques 07/06/2022
    11
  • Ponto negativo: A sociedade brasileira não quer causar dor nos animais

    Heliana Souza Silva 07/06/2022
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei