Enquete da PEC 13/2021 (Fase 1 - CD)

Resultado

Resultado final desde 09/12/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 37%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 6%
Discordo totalmente 31 57%

O que foi dito

Pontos mais populares

Um tempo maior para planejar os investimentos em Educação, pois com a pandemia muitos gastos foram suspensos gerando uma lacuna nas despesas dos municípios.

Luís Henrique 17/12/2021
3

Se essa PEC for aprovada, estarão premiando a incompetência. Como professor, trabalho sem a minima condição. Falta de tudo. Na pandemia, usamos nossos proprios recursos para fazer a educação acontecer. Os senhores estarão prestando um desserviço à Nação

MARCELO DA SILVA MACHADO 18/12/2021
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto negativo: PAULÍNIA-SP, deixa muito a desejar na Educação, com escolas e creches públicas abandonadas e sem profissionais. Professores que estão na ativa são obrigados a fazer o trabalho do AUXILIAR DE EDUCAÇÃO INFANTIL e do MONITOR ESCOLAR, ou seja, o que caracteriza DESVIO DE FUNÇÃO. Há vigente um Concurso Público com os aprovado aguardando pela convocação, correndo ainda o risco de serem deixados para trás, caso a Prefeitura venha a fazer um Processo Seletivo. SOLICITA-SE URGÊNCIA POR UMA SOLUÇÃO.

    Vlademir 10/04/2022
    0
  • Ponto negativo: Não existe pontos negativos, uma vez que obriga a aplicação do percentual gasto a menor nesse período em exercícios subsequentes.

    George Santos 05/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Os municípios destinaram bem mais recursos para a saúde nesse período. A Lei Complementar 173/2020 proibiu reajustes salariais dos professores. Dessa forma, nada mais justo a aprovação da PEC, desde que o valor não gasto nesse período seja gasto até 2023.

    George Santos 05/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Se não for aprovada não haverá a obrigatoriedade de gastar os recursos. A punição aos gestores elimina a necessidade do gasto.

    Dalmy Freitas de Carvalho 17/03/2022
    0
  • Ponto negativo: Achar, sempre, que aumentar investimento resolverá o problema. A educação já recebe um dos maiores, se não o maior, investimento, e só pioramos. O que falta é gestão; qualificação e foco no ensino básico, privilegiando-se o estudo da língua; matemática e ciência, como acontece em qualquer lugar do mundo, e extinguir qualquer assunto ideológico. A narrativa reiterada de falta verba é uma falácia. O problema está no gestor incompetente, muito agravado, pela proteção nefasta do corporativismo.

    Erminio Lima Neto 24/02/2022
    0
  • Ponto positivo: Sem dúvida investir em educação, é sempre muito bem vindo.

    Erminio Lima Neto 24/02/2022
    1
  • Ponto positivo: Sobrou porque foram mau administrado e o professor por sua garra e amor a educação usou recursos próprios para que a educação acontecesse se privando de muitos e recursos pardos sem menos uma ajuda tecnológica hj falo pela minha realidade

    Edinete Gomes Melegari 28/12/2021
    1
  • Ponto positivo: A pandemia não teve avisos e nem tinha qualquer solução pronta, as mudanças da educação foram drásticas e mais do que isso todo o fornecimento de itens básicos e itens mais complexos foram comprometidos, valores subindo semana a semana prejudicando editais e comprometendo as aquisições, com tudo isso o que esperar dos gestores? Pra haver penalidades tem que haver dolo ou mesmo imperícia, nessa situação os gestores estavam de mãos atadas, concordo totalmente com a PEC.

    Pedro Paulo Fernandes Silva 27/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Se essa PEC for aprovada, estarão premiando a incompetência. Como professor, trabalho sem a minima condição. Falta de tudo. Na pandemia, usamos nossos proprios recursos para fazer a educação acontecer. Os senhores estarão prestando um desserviço à Nação

    MARCELO DA SILVA MACHADO 18/12/2021
    8
  • Ponto positivo: Um tempo maior para planejar os investimentos em Educação, pois com a pandemia muitos gastos foram suspensos gerando uma lacuna nas despesas dos municípios.

    Luís Henrique 17/12/2021
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  5. PL 635/2021

    O Projeto de Lei 635/21 determina que o 13º salário, ou gratificação natalina, será isento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e da contribuição previdenciária. O texto está em análise na Câmara dos Deputados O 13º salário é um direito trabalhista garantido pela Constituição (art. 7º, inciso VIII). “O mandamento constitucional tem por objetivo proporcionar a percepção da chamada gratificação natalina de forma integral, sem tributação ou descontos”, afirma o autor da proposta, deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA). Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1469/2020

    O Projeto de Lei 1469/20 estabelece idade máxima para o ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar, de 35 anos para os quadros de oficiais e de praças; e de 40 anos para os quadros de oficiais médicos, de saúde ou de outras especializações. A proposta em tramitação na Câmara dos Deputados insere o dispositivo na Lei de Reorganização da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (Decreto-Lei 667/69). O autor da proposta, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), explica que hoje não há padronização. “Nos editais de concursos públicos de muitos estados, verifica-se idade-limite fixada em critérios desarrazoados, desproporcionais e distantes da realidade da expectativa de vida dos brasileiros”, afirma. “Em décadas passadas, era razoável fixar idade-limite em torno de 20 anos para ingressar nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militares. Nos dias atuais, tal medida revela-se totalmente anacrônica e, em última análise, inconstitucional”, alerta. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei