Isso se chama democracia! Toda e qualquer pessoa, independente do grau de educação, poder pegar em suas mãos ou ler um processo ou sentença e entender sem nenhuma dificuldade o seu conteúdo! Parabéns ao deputado!
Enquete do PL 3326/2021
Resultado
Resultado parcial desde 22/12/2021
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 19 | 35% |
| Concordo na maior parte | 4 | 8% |
| Estou indeciso | 1 | 2% |
| Discordo na maior parte | 2 | 4% |
| Discordo totalmente | 27 | 51% |
O que foi dito
Pontos mais populares
PL inadequado. Peças judiciais devem ser escritas com linguagem formal, que é a adequada para o ambiente judicial. Não queremos juízes que redijam suas sentenças com um português adequado para um boteco.
Todos os pontos levantados pelos usuários
Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.
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Ponto positivo: Concordo. Muitas vezes as pessoas que sentam na cadeira do réu são inocentes. No país em que vivemos a desigualdade é notória e infelizmente uma pessoa pode ser presa só por não saber os termos técnicos. Devem estudar? É claro. Mas, não é surpresa que nem todos podem ter acesso a esse aprendizado.
Katiane Melo 21/09/20221 -
Ponto positivo: Os cidadãos devem ter acesso integral às decisões judiciais sobre suas vidas. Isso não eliminará a mediação realizada pelos profissionais do direito. Em tempos de legal design e visual law, uma linguagem compreensível é essencial à dignidade e cidadania. (Patricia Menezes Castagna - Profa de Direito na UNISUL, advogada e doutoranda em Ciências da Linguagem)
Patrícia Menezes Castagna 11/02/20221 -
Ponto positivo: Antes de tudo, parabéns ao deputado.Assim se constroi cidadania.Ética em justiça, este é o termo que define edta proposto.Torcemos por sua aprovação na íntegraíQue outros tenham neste exemplo de boa condução política em representantes da cidadania.Parabéns!
Maria Luz 07/02/20222 -
Ponto negativo: Tem um paralelo bem simples: países desenvolvidos, sentenças claras; países atrasados, sentenças ininteligíveis. Adivinhe quais usam essa desculpa esfarrapada do tecnicismo pra defender o indefensável?
Paulo Eduardo Gonçalves 03/02/20221 -
Ponto negativo: Projeto de lei ordinária do Legislativo não pode ter o condão de determinar ao Judiciário acerca de sua atividade-fim. Talvez fosse aceitável uma PEC que inserisse tal orientação no título DO PODER JUDICIÁRIO da Constituição.
Felipe Rei 02/02/20220 -
Ponto negativo: Termos técnicos existem por determinados motivos. Essa "simplificação" vai atingir todas as profissões ? Imagino um laudo de ressonância magnética em "linguagem coloquial". Isso é "emburrecimento" de uma ciência. Explicar os conceitos em "linguagem coloquial" exigirá um retrabalho do juiz que só verá seu trabalho aumentar explicando em detalhes o que poderia ser resumido com um termo técnico, aumentando a morosidade do judiciário. Se quiser entender termos técnicos, basta estudar para isso.
José Cidade de Oliveira Filho 02/02/20221 -
Ponto positivo: Em tempo, sugiro que coloque a proposta no Wikilegis para que possamos contribuir.
Joana Valeriano 02/02/20223 -
Ponto positivo: Ótimo ideia. Não existe um órgão público falar em uma linguagem que o público não entenda. A sentença tem que ser dada em linguagem comum mesmo.
Ramon Santana 02/02/20223 -
Ponto positivo: O próprio texto do PL diz: "Embora não se desconsidere a importância do Advogado enquanto interlocutor técnico autorizado, o Estado tem o compromisso político de dirigirse diretamente ao cidadão que o procura para a solução de uma Lide." Além disso, não podemos nos revestir do técnico para afastar do cidadão o direito à informação. Parabéns pela proposta e, como disse na matéria, existe uma rede de Linguagem Simples nacional que pode colaborar.
Joana Valeriano 02/02/20224 -
Ponto negativo: Perda de tempo e dinheiro. Facilitar o entendimento das sentenças judiciais não significa vertê-las para a linguagem coloquial. Como qualquer ramo do saber especializado, há termos técnicos que necessitam de explicação, e não "tradução para o coloquial".
Luiz Sampietro 02/02/20222