Enquete do PL 2865/2021

Resultado

Resultado parcial desde 23/02/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 44 83%
Concordo na maior parte 3 6%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 6 11%

O que foi dito

Pontos mais populares

Deveriam chamar todos os candidatos que fizeram a pontuação mínima para aprovação e dar a chance de continuarem no concurso. O País ganha com um efetivo completo nessas forças, pois, aliado com a reestruturação das carreiras na PF e na PRF e com o aumento do número de cargos, as nossas rodovias, estradas e fronteiras estarão melhor assistidas em suas extensões e poderemos combater mais fortemente o crime organizado, o tráfico de drogas, de armas, o descaminho, o contrabando entre outros.

Thiago Bittencourt 20/04/2022
11

Não faz sentido levar adiante no certame todos os candidatos que já estariam reprovados pela provável nota corte. Isso somente retardaria as etapas dos concursos, gerando mais gastos para as instituições em realizar testes para candidatos que não têm possibilidade alguma de serem chamados, levando em conta que até mesmo quem compõe o CR atualmente ainda tem risco de não ser convocado. Outrossim, o valor das inscrições, que já não é tão acessível, aumentaria por todo esse ônus desnecessário.

Taylon Bezerra 27/05/2023
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto positivo: Projeto muito justo e uma ótima forma de transmissão da igualdade. Porém o mesmo deve ser expedido para todas as áreas. Uma vez que o ingresso ao cargo público é por meio do concurso público. A igualdade é democracia é sempre a melhor forma de forma um país justo e democrático baseado em crescimento uma vez que todos somos capazes..

    MARIA DA CONCEICAO SOARES DA SILVA 27/02/2024
    0
  • Ponto negativo: E a alta demanda que gera sobre as etapas? O que seria impactado o orçamento público sobre esse efetivo maior das etapas seguintes ? Quais seriam os novos critérios de desempate e avaliação sobre as melhores classificações? Partindo da hipótese de mais pessoas serem consideradas com prontidão para ingressar , como seria a fila hierarquia da classificação? E se fosse levado em consideração a recomposição dos que estão aprovados na primeira fase ao invés de abrir um novo concurso ?

    Negrão 08/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Exemplo meu : Fiz a prova do barro branco composta por 80 questões mais uma redação . Valia no total 100 pontos . Acertei metade da prova e tirei 15 dos 20 pontos da redação. Nota final 55 pts. Em tese, fiquei habilitado para ir para a segunda fase mas a nota de corte era maior e por isso não fui para a segunda fase . Se eu fosse para a segunda fase iria concorrer com quem acerou mais na nota , ok . Mas é minhas competências para as demais fases ? Quem passou na primeira é melhor em tudo ?

    Negrão 08/12/2023
    0
  • Ponto negativo: Literalmente, parece ter um projeto realizado por um parlamentar que não possui o que fazer. Hipoteticamente, imagina que em um concurso de 300 mil, 250 sejam habilitados, devido a quebra da clausula. O sr. parlamentar vai custear o gasto extra? afinal, a banca com certeza vai tirar de algum lugar a verba para custear mais correções de redações, pagamento de fiscais, etc. Isso com certeza irá recair sobre quem? o candidato? óbvio! A inscrição que era de R$ 100, vai se tornar quanto? R$ 400?

    Lucas 05/12/2023
    0
  • Ponto negativo: Não faz sentido levar adiante no certame todos os candidatos que já estariam reprovados pela provável nota corte. Isso somente retardaria as etapas dos concursos, gerando mais gastos para as instituições em realizar testes para candidatos que não têm possibilidade alguma de serem chamados, levando em conta que até mesmo quem compõe o CR atualmente ainda tem risco de não ser convocado. Outrossim, o valor das inscrições, que já não é tão acessível, aumentaria por todo esse ônus desnecessário.

    Taylon Bezerra 27/05/2023
    1
  • Ponto positivo: A Cláusula de Barreira impede que a Administração Pública aproveite candidatos qualificados. Não é necessária essa cláusula na medida em que a nomeação daqueles aprovados para além do número de vagas do edital já é discricionária.

    Pedro Gabriel da Silva Luz 29/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Medida necessária que atende aos princípios da economicidade e do interesse público.

    Leonardo Prado 28/06/2022
    0
  • Ponto positivo: A segurança pública é dever do Estado, o Brasil necessita de um efetivo forte da Polícia Federal, na qual hoje está baixíssimo. Foi o concurso com a maior nota de corte, logo, todos são altamente preparados.

    Joao Vilar 28/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Caso haja cargos vagos no órgão e candidatos aptos para preencherem tais vacâncias, não há fundamento cláusula de barreira em concursos públicos, tendo em vista que a prova objetiva e demais fases eliminatórias ja servem de barreira.

    arth_11n 28/06/2022
    4
  • Ponto positivo: Deveriam chamar todos os candidatos que fizeram a pontuação mínima para aprovação e dar a chance de continuarem no concurso. O País ganha com um efetivo completo nessas forças, pois, aliado com a reestruturação das carreiras na PF e na PRF e com o aumento do número de cargos, as nossas rodovias, estradas e fronteiras estarão melhor assistidas em suas extensões e poderemos combater mais fortemente o crime organizado, o tráfico de drogas, de armas, o descaminho, o contrabando entre outros.

    Thiago Bittencourt 20/04/2022
    11
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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