Enquete do PLP 32/2021

Resultado

Resultado final desde 06/08/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1 1%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 4 8%
Discordo totalmente 47 89%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não existe ponto positivo, o pequeno empresário do ecomerce vende em marktplaces, no qual já paga altas comissões, já paga impostos, aumentar mais os impostos para o simples vai quebrar milhares de empresas, pois não terá como arcar com estes impostos. Por favor deputados não levem isso a diante, ou infelizmente a quebra de empresas vai ocorrer. Já estamos vivendo um momento difícil isso seria um cheque mate. Contamos com vocês para barrar esse projeto obrigado.

Luiz Carlosn 17/12/2021
1

Aumento da carga tributária, onerando mais o consumidor final de outro estado, que vai arcar com o aumento do custo.

Hilmar Augusto 24/11/2021
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: Vejo como um retrocesso criar um portal para cada estado para emissão do DIFAL, pois já emitimos o DIFAL de quase todos os estados pelo site de Pernambuco (com exceção do ES e SP), então acredito que ao invés de facilitar iria criar mais demora no processo de geração das guias.

    Jacqueline Yohana Souza Vieira 30/12/2021
    0
  • Ponto positivo: Para aprovar mais imposto e fundões eleitorais SIM, diminuir a carga tributária, CUSTO BRASIL, com obrigações acessórias NÃO, porque pensam os congressistas, se posso piorar a vida do povo já esbulhado por este parlamento, porque não! PENSAMENTO DOS CONGRESSISTAS. AMÉM

    KLEBER 23/12/2021
    1
  • Ponto negativo: medida totalmente descabida. Imagine você ter um produto para vender a um preço X, ai o Joazinho de outro estado quer comprar!. porem quando irei vender vai ser ( X - difal) e como as empresas vão determinar o valor de um produto se para cada estado o custo da venda ( imposto) é diferente? Como a empresa vai adivinhar o local de estabelecimento de uma PF?? ex.:tenho 2 clientes, um vou praticar um preço por ele ser do meu estado, o outro no mesmo momento vou cobrar mais por ser de outro estado!!

    Giovanni Carraro 20/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Já temos que recolher icms sobre valor agregado quando compramos agora teremos que pagar também quando vendemos, inaceitável

    Elton Gabriel Nossol 18/12/2021
    0
  • Ponto negativo: Os governos não precisam de mais um imposto, basta utilizar corretamente os que já possuem, já pagamos DIFAL para vender para as empresas e ST também, não vejo necessidade de encarecer os produtos ou inviabilizar a venda pra outros estados, os governantes tem que pensar que o consumidor tem o direito de escolher de onde comprar, o único jeito de acabar com isso seria uma reforma tributária que os senhores não querem fazer, cobra o imposto somente na primeira saída e não na circulação.

    fernando araujo 17/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Abrir filial em todos os estados para poder pagar estes impostos não é viável para o pequeno empresário. Pequenas empresas que vendem pela internet terão que fechar as portas ou vender somente para o estado onde tem sede. Isso pode gerar grandes efeitos como: - Escassez de produtos para outros estados. Tendo em vista que existe um grande número de lojas virtuais no sul e sudeste. - Empresas de marketplaces podem ser impactadas com o fechamento das empresas. - Aumento de preço para o consumidor

    Carina fornazaro rascio 17/12/2021
    0
  • Ponto positivo: Não existe ponto positivo, o pequeno empresário do ecomerce vende em marktplaces, no qual já paga altas comissões, já paga impostos, aumentar mais os impostos para o simples vai quebrar milhares de empresas, pois não terá como arcar com estes impostos. Por favor deputados não levem isso a diante, ou infelizmente a quebra de empresas vai ocorrer. Já estamos vivendo um momento difícil isso seria um cheque mate. Contamos com vocês para barrar esse projeto obrigado.

    Luiz Carlosn 17/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Apenas aumenta a burocracia, custo da operação e inviabiliza empresas pequenas.

    GABRIELA SOARES SANT ANA 08/12/2021
    1
  • Ponto negativo: É um aumento na já elevada carga tributaria

    Wilson de Oliveira 29/11/2021
    1
  • Ponto negativo: Aumento da carga tributária

    Guilherme Henrique 29/11/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.