Enquete do PL 2712/2021

Resultado

Resultado parcial desde 04/08/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 206 95%
Concordo na maior parte 7 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 5 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo plenamente com tudo porque da mesma forma que defendemos o patrimônio e as pessoas que estão juntos com nós precisamos nos proteje e também nossa família e também e mais uma força de segurança contra a bandidagem porque não importa a cor da farda mais sim contra nós lutamos que er fazer o bem para os que trabalham honesto

Gileade Pires 29/04/2022
17

Sou vigilante, porém não concordo que os profissionais de vigilância deva na rua auxiliar e ou participar de quaisquer ocorrência que seja de oussada da segurança pública ( polícia) na verdade para tal atitude, nosso treinamento não tem carga horária e conhecimentos suficiente...

CLAUDIO MARCIO INACIO DA SILVA 16/09/2023
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 69 encontrados.

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  • Ponto positivo: Já tá mais doque na ora os vigilantes tem uma participação tão grande contra o crime, colocam suas vidas em risco toda veis, são ameaçados e acuados de ante de afrontas contra criminosos, chega dos agentes de segurança perderem a vida. Rumo ao porte de armas para quem merece.

    EDSON DOS SANTOS CASTRO 24/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Devemos ter nossa segurança durante o percurso do trabalho e após o trabalho. Defendemos cargas, defendemos entrada de presídios, bancos e defendemos patrimônio de bens avaliados em valor alto, DAMOS CARA A TAPA CONTRA CRIMINOSO, então todos esses citados acima, um vagabundo pode render a gente ou alguém de nossa família antes ou após o serviço porque não temos proteção. Assim então eles podem nos render antes ou depois do serviço afim de deixar passar drogas e terem sucesso no roubo ou no crime

    GUILHERME GUTTERRES DA SILVA 11/11/2024
    1
  • Ponto positivo: Sou vigilante tenho que ser ficha limpa, sem antecedentes tenho que ser justo, tenho treinamento para usar arma de fogo, para defender patrimônios e vidas de terceiros, tenho que passar por psicólogo e agora vai ter que passar por psiquiatra também. Agora eu pergunto, porque não posso ter arma de fogo? Se eu cometer algum crime com minha arma, eu que responda por ele, igual um policial, nos já temos porte funcional, mais estamos totalmente desprotegidos ao sair da jornada de trabalho.

    MARCOS ROBERTO GASPARELLI 02/09/2024
    1
  • Ponto negativo: Sou vigilante, porém não concordo que os profissionais de vigilância deva na rua auxiliar e ou participar de quaisquer ocorrência que seja de oussada da segurança pública ( polícia) na verdade para tal atitude, nosso treinamento não tem carga horária e conhecimentos suficiente...

    CLAUDIO MARCIO INACIO DA SILVA 16/09/2023
    3
  • Ponto positivo: O ponto positivo e o de que o profissional possa ter um pouco mais de segurança durante, seu percurso casa trabalho e visse e versa, pois seu cargo i deixa vuneravel na maior parte do tempo e e visado pelos criminosos e para sua defesa eu sou a favor...

    CLAUDIO MARCIO INACIO DA SILVA 16/09/2023
    7
  • Ponto positivo: Sou vigilante, concordo totalmente com o PL, desde que, o curso de formação tenha um aumento igual o da segurança pública, ter ensino médio completo e sem antecedentes criminais. E renovar o porte a cada um ano.

    Felipe Ferreira 09/09/2023
    4
  • Ponto positivo: Os vigilantes estão capacitados para ter o porte, a formação e atualizações preparam para o seu uso em serviço de forma ostensiva, obviamente o seu porte terá o compromisso de ser velado, não queremos o porte para exibição e sim para assegurar nossa própria defesa contra agressão injusta, gostaríamos que o Estado estivesse ali para nos ajudar, mas não existe essa onipotência do Estado. Respeito o trabalho da policias, somos força paramilitar, entendo os desafios diários com poucos recursos.

    GEOVANE MACHADO LOPES 12/08/2023
    4
  • Ponto positivo: OS VIGILANTES, ASSIM COMO POLICIAIS, GCM, AGENTES PENITENCIÁRIOS. Correm riscos a vida diariamente. O ambiente é de risco total, quanto em serviço como fora. Estes profissionais; Os Vigilantes podem sim, cooperar com a diminuição de criminalidade, dentro e fora de serviço. O porte é fundamental; respeitando todos os direitos burocráticos para se portar uma arma. Os vigilantes fazem atualização há cada 2 anos e fora isso, capacitação. Uma classe merecedora. São vidas que precisam se proteger.

    Tiro certo Capacitação 25/07/2023
    3
  • Ponto negativo: Dizer que esses profissionais estão aptos a andar armados pelas ruas é uma mentira, o curso de vigilante é muito rápido, pouco abrangente, sou policial e sei do que estou falando o que pode ser discutido éum porte de trânsito de casa ao trabalho dentro do seu horário de trabalho em alguns casos específicos onde se comprove risco devido o risco de sua FUNÇÃO, o vigilante de um condomínio ou de uma empresa metalúrgica por exemplo não possuem essas características para andarem armados na rua.

    MARCIO DOS SANTOS 16/04/2023
    0
  • Ponto positivo: Sou vigilante formado e trabalho armado a 20 anos

    Valdecir silva huf 12/01/2023
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei