Enquete do PL 2702/2021

Resultado

Resultado parcial desde 04/08/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 13%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 6%
Discordo totalmente 13 81%

O que foi dito

Pontos mais populares

Vocês não tem a mínima vergonha na cara de colocar os homens como criminosos, apenas por serem homens. Discriminação grotesca. O direito de proteção deve ser para a vítima, independente de ser homem ou mulher. Essa proposta discriminatória deveria ser considerada crime, pois é de fato uma discriminação por sexo. Homens também são vítimas de violência doméstica e principalmente sofrem falsas acusações.

Julio Celio de Oliveira 09/02/2022
6

Mais um projeto inconstitucional, além de ser totalmente misandrico, pois não pune a mulher que cometer o mesmo crime, somente o homem, ser acusado de qualquer crime não quer dizer que o acusado seja culpado, uma pessoa só pode ser considerada culpada ou inocente depois de ser julgada em um tribunal, estar sendo acusado de algo e impedido de aproximação por medida restritiva ou protetiva, não faz dessa pessoa criminosa, apenas suspeito e investigado, já que tais medidas são preliminares

Bruno Alencar 09/02/2022
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 3 de 3 encontrados.

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  • Ponto negativo: Absurdo total, isso é misandria. E se o cidadão for inocente? Mulheres também são agressoras. Projeto totalmente inconstitucional, pois é discriminados para com os homens. Mulheres agressoras também serão penalizadas dessa forma.

    Jairo Jr. 10/02/2022
    3
  • Ponto positivo: Vocês não tem a mínima vergonha na cara de colocar os homens como criminosos, apenas por serem homens. Discriminação grotesca. O direito de proteção deve ser para a vítima, independente de ser homem ou mulher. Essa proposta discriminatória deveria ser considerada crime, pois é de fato uma discriminação por sexo. Homens também são vítimas de violência doméstica e principalmente sofrem falsas acusações.

    Julio Celio de Oliveira 09/02/2022
    6
  • Ponto negativo: Mais um projeto inconstitucional, além de ser totalmente misandrico, pois não pune a mulher que cometer o mesmo crime, somente o homem, ser acusado de qualquer crime não quer dizer que o acusado seja culpado, uma pessoa só pode ser considerada culpada ou inocente depois de ser julgada em um tribunal, estar sendo acusado de algo e impedido de aproximação por medida restritiva ou protetiva, não faz dessa pessoa criminosa, apenas suspeito e investigado, já que tais medidas são preliminares

    Bruno Alencar 09/02/2022
    4
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

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    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

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