Enquete do PL 2691/2021

Resultado

Resultado parcial desde 04/08/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 48 82%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 8 14%

O que foi dito

Pontos mais populares

É uma excelente medida, muitas mães, mulheres passaram a vida toda como donas de casa, cuidaram dos filhos, movimentaram a economia indiretamente, foram primordiais, algumas tiveram e ainda têm trabalhos informais. E nunca conseguiram pagar corriqueiramente anos de INSS para aposentar. Isto é um passo gigante, uma iniciativa maravilhosa. E pelo que entendi elas irão receber e ainda assim pagarão a contribuição. Então não existirá de sobrecarregar a previdência. Que logo esteja em vigor.

John Mata 18/02/2024
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O objetivo é bom, mas obrigar àqueles que contribuem uma vida toda a sustentar isso é completamente injusto. Nossa população está envelhecendo e nossa "poupança" de aposentadoria é em regime de caixa (não são guardados recursos num fundo de forma a renderem). A criação de benefícios sem lastro torna ainda mais provável uma crise na previdência.

Tarciso Loredo Araújo 18/01/2024
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto positivo: a idéia é muito boa e acredito que funcionará bem . e não deixará desamparada aquela mulher que precisou deixar o trabalho para cuidar dos filhos . Outra Idéia que talvez funcionaria é transferência de parte de tempo de contribuição de filho para os pais. (sendo uma opção)

    SABRINA SOUSA OLIVEIRA 10/12/2024
    0
  • Ponto positivo: Muitas mulheres dedicaram sua vida ao cuidado da casa e dos filhos ou abriram mão de oportunidades de trabalho para cuidar de parentes incapazes. Com isso, elas ficaram impossibilitadas de alcançar o requisito mínimo de contribuições que o INSS exige para a aposentadoria. É comum que após os 63 anos elas fiquem sozinhas, desamparadas e sem fonte de renda para seu sustento. Este projeto possui uma proposta justa para compensar a contribuição e reconhece o trabalho e o valor dessas mulheres .

    KYSSYA FERNANDES DOS SANTOS 13/10/2024
    0
  • Ponto positivo: As mulheres que ficaram em casa cuidando dos filhos, da família merecem o reconhecimento de seu inacansavel trabalho

    VANIA MARIA DOS SANTOS 18/03/2024
    4
  • Ponto positivo: É uma excelente medida, muitas mães, mulheres passaram a vida toda como donas de casa, cuidaram dos filhos, movimentaram a economia indiretamente, foram primordiais, algumas tiveram e ainda têm trabalhos informais. E nunca conseguiram pagar corriqueiramente anos de INSS para aposentar. Isto é um passo gigante, uma iniciativa maravilhosa. E pelo que entendi elas irão receber e ainda assim pagarão a contribuição. Então não existirá de sobrecarregar a previdência. Que logo esteja em vigor.

    John Mata 18/02/2024
    6
  • Ponto negativo: O objetivo é bom, mas obrigar àqueles que contribuem uma vida toda a sustentar isso é completamente injusto. Nossa população está envelhecendo e nossa "poupança" de aposentadoria é em regime de caixa (não são guardados recursos num fundo de forma a renderem). A criação de benefícios sem lastro torna ainda mais provável uma crise na previdência.

    Tarciso Loredo Araújo 18/01/2024
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

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  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.