Enquete do PDL 338/2021

Resultado

Resultado parcial desde 02/08/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 220 1%
Concordo na maior parte 22 0%
Estou indeciso 10 0%
Discordo na maior parte 42 0%
Discordo totalmente 19.572 99%

O que foi dito

Pontos mais populares

Chega de devastação ambiental.

William Santana 13/08/2021
552

É preciso haver sustentabilidade no desenvolvimento social, e não é o que está acontecendo! Nosso cerrado está sendo constantemente ameaçado pelo agronegócio, é preciso haver um limite! Já estamos cientes de diversas espécies da nossa fauna e flora sendo extintas, por isso é preciso fazer algo contra este processo, e cabe a nós este papel! Votem NÃO!

VINNI MORAES 13/08/2021
419

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 1275 encontrados.

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  • Ponto negativo: Interesses pessoais e particulares não devem prejudicar o coletivo. O parque nacional da Chapada dos Veadeiros é um bem nacional e deve ser mantido com a demarcação definida em 2017.

    Mônica 07/06/2022
    0
  • Ponto negativo: As espécies do Cerrado, que antes era vasto, hj estão praticamente todas ameaçadas de extinção. Não há esforço bastante pra parar a destruição desse bioma. O PNCV é um dos últimos redutos de proteção do Cerrado, cujo território já foi reduzido várias vezes expandido apenas uma. O certo era expandir mais uma vez, e não reduzir de novo. Todos precisamos do Cerrado nativo, pra beber água que seja. Não pra receber glifosato e Cia.

    Vinícius Diniz Mendes 16/02/2022
    1
  • Ponto negativo: O cerrado deve ter sua biodiversidade preservada e não destruída!

    ALEJANDRO LOPEZ CASTILLO 24/09/2021
    3
  • Ponto negativo: Mais uma desse governo. Que tal investir em mais educação e fontes renováveis de energia, coisa do futuro. Coisa do século 21. Vamos parar com esses pensamentos da revolução industrial do séc 18, super atrasados, em que se é preciso destruir pra desenvolver. Pra desenvolver mais o país é preciso usar mais o cérebro do que a terra.

    Cézar Augusto 23/09/2021
    5
  • Ponto negativo: O ser humano que achar um ponto positivo nessa emenda certamente tem uma massa encefálica limitada. O cerrado deve ser protegido, simples.

    Lucca Pessoa 23/09/2021
    3
  • Ponto negativo: Aumentará drasticamente os períodos de seca!

    Murilo Carvalho 23/09/2021
    4
  • Ponto negativo: Destrói o cerrado para agradar o interesse de alguns poderosos do agro. O cerrado é nosso é de todos, devemos preservá-lo!

    Murilo Carvalho 23/09/2021
    3
  • Ponto positivo: Outro atentado contra a biodiversidade, se empreguassem metade desse esforço destrutivo em busca de alternativas amigáveis ao planeta, muita coisa ja teria mudado. Essa proposta é insana, assim como a redação do texto que a explica de forma,propositadamente, confusa. NAO A DESTRUIÇÃO DE NOSSOS BENS NATURAIS. O mundo inteiro indo na direção da sustentabilidade,mas o Brasil precisa ser retrógrado porque vocês insistem no pior dos caminhos

    Jennifer 23/09/2021
    7
  • Ponto negativo: Não enxergam que destruindo a natureza estão se AUTODESTRUINDO?? Não veem os benefícios que essas áreas trazem para o planeta? Com menos áreas verdes como essas a fauna e a flora diminuem, a seca aumenta, o aquecimento global piora, a pureza do ar fica pior a cada dia!! Só pensam em dinheiro e destruição.

    Melyssa Monteiro 23/09/2021
    0
  • Ponto positivo: O excesso de demarcação de áreas de preservação podem inviabilizar nosso desenvolvimento e o próprio morador daquela área.

    Rogerio Guimarães 23/09/2021
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.