Enquete do PL 2556/2021

Resultado

Resultado parcial desde 14/07/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 15 37%
Concordo na maior parte 2 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 8%
Discordo totalmente 20 50%

O que foi dito

Pontos mais populares

Acho muito positivo o projeto. Proibi por exemplo condenados por estupro de assumir cargo de deputado federal. Deve ser para sempre mesmo. Se não for logo teremos estupradores que cumpriram a pena sendo deputado federal.

Sergio Cavalcante De Sateles ssateles 13/02/2023
2

Mais uma lei inconstitucional para perseguir os homens! Nossa constituição proíbe a adoção de penas perpétuas, um homem que cumpriu sua pena com base na lei Maria da Penha tem o direito de restabelecer sua vida, inclusive ingressando no serviço público! Só propõem leis para perseguir os homens, cadê leis para punir severamente mulheres que fazem denúncias falsas? 80% das denúncias na lei Maria da Penha são falsas, existe muito homem inocente condenado nessa lei, nenhum homem luta contra isso!

Syvio 25/11/2021
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto negativo: PL inconstitucional, pois a CF de 1988 proíbe expressamente no artigo 5° leis de caráter perpétuo. Além do mais, por qual motivo tanta perseguição aos homens? Deixem eles em paz e viverem suas vidas. Se uma relação não deu certo e eventualmente houve cometimento de crime, e foi aplicada a lei e após 5 anos isso não voltou-se a repetir, a pessoa merece uma segunda chance, desde que não volte a cometer os mesmos atos, aplicando às regras na atual legislação, por isso votei contra esse PL.

    MIGUEL BATISTA SILVA 08/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Bom serviço seguirem a constituição federal, direitos e deveres são para todos então que seja para todos os tipos de crimes, todos agridem o ser humano de alguma forma.

    HELIO PEREIRA DE LACERDA 28/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Acho bem positivo, pois assim evita, pessoas quem fazem esses tipos de crimes, terem o direito de viver, enquanto a vítima, continua sofrendo. Os homens que estão criticando a PEC, deveriam estudar mais e ver as estatísticas, 80% de acusação falsa de Maria da Penha? Onde isso? Um país, que teve uma alta demanda de violência contra a mulher, e feminicidio. Onde tem mais estupro contra crianças e adolescentes! Isso é justo sim, e deveria ser aprovado sim!

    LARISSA SAYURI MIZUNO 28/09/2025
    2
  • Ponto negativo: Projeto demagógico e claramente inconstitucional, já que a nossa CF proíbe qualquer pena de caráter perpétuo: tem-se que toda pena deve atender ao caráter de temporariedade (Artigo 5º, inciso XLVII, alínea "b" da CF). Resumindo, pura perda de tempo e desperdício de dinheiro dos contribuintes. Será que o nobre deputado não teria algum projeto mais relevante para apresentar?

    Vinicius Torraque Novaes 01/08/2023
    3
  • Ponto positivo: Acho muito positivo o projeto. Proibi por exemplo condenados por estupro de assumir cargo de deputado federal. Deve ser para sempre mesmo. Se não for logo teremos estupradores que cumpriram a pena sendo deputado federal.

    Sergio Cavalcante De Sateles ssateles 13/02/2023
    2
  • Ponto negativo: Projeto redundante para político caça-voto. Nada mais que isso.

    Douglas de Albuquerque 16/12/2021
    3
  • Ponto negativo: Mais uma lei inconstitucional para perseguir os homens! Nossa constituição proíbe a adoção de penas perpétuas, um homem que cumpriu sua pena com base na lei Maria da Penha tem o direito de restabelecer sua vida, inclusive ingressando no serviço público! Só propõem leis para perseguir os homens, cadê leis para punir severamente mulheres que fazem denúncias falsas? 80% das denúncias na lei Maria da Penha são falsas, existe muito homem inocente condenado nessa lei, nenhum homem luta contra isso!

    Syvio 25/11/2021
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.