Enquete do PL 2531/2021

Resultado

Resultado parcial desde 13/07/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.827 98%
Concordo na maior parte 116 2%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 22 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O profissional técnico administrativo é o executor último da política educacional da unidade de ensino. O trabalho desse segmento profissional é fundamental para dar completude a todo o processo de ensino. A Secretaria é o verdadeiro coração de qualquer Escola. Lá se tem os arquivos, de lá saem todas as documentações, atas, declarações, enfim. A educação se exterioriza a partir do trabalho desses profissionais, que merecem ser valorizados.

Júnior Nascimento 10/01/2022
357

Não ficou claro se irá abranger a parte do Apoio. Afinal não é só a parte administrativa que está esquecida dentro da educação.

Silvia 26/02/2022
162

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Exibindo resultados 1 a 10 de 230 encontrados.

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  • Ponto positivo: Em apoio ao PL 2531/2021! Minhas atribuições são administrativas como as de um analista ou técnico de tribunal: gestão de processos, documentos e responsabilidade. Mas a pressão aqui é outra: lidamos diariamente com alunos, pais, professores, funcionários e imprevistos que cobram desgaste físico e mental. No tribunal, o piso é digno, e receber salário mínimo por tanta responsabilidade e desgaste não é justo — é desumano. A educação não se sustenta só em sala de aula;

    DAIANE BEZERRA IRMA 18/04/2026
    0
  • Ponto positivo: Venho, respeitosamente, expressar minha sincera gratidão aos legisladores pela iniciativa de reconhecer e valorizar os profissionais de apoio da educação básica — cozinheiros, vigilantes, auxiliares de vigilância, auxiliares de serviços gerais e toda a equipe que atua nos bastidores das escolas. Nosso trabalho é essencial para o funcionamento das instituições de ensino. Contribuímos diariamente para a formação dos alunos e para a construção de uma educação mais digna em todo o Brasil

    JACILANDIO MIGUEL DA SILVA 13/04/2026
    1
  • Ponto positivo: Venho, por meio desta mensagem, manifestar meu apoio ao PL 2531/21 e solicitar, com respeito, que o projeto seja pautado e analisado com urgência. A educação pública brasileira enfrenta desafios diários, e medidas que contribuam para a valorização dos profissionais e a melhoria das condições de ensino são essenciais para garantir um futuro mais justo e igualitário para nossos estudantes. Peço que considere a importância dessa pauta para toda a sociedade e atue de forma comprometida com o avanç

    SABRINA ALMEIDA CARBONELL SEITER 12/04/2026
    0
  • Ponto positivo: É triste merendeiras que não são valorizadas e perdem sua saúde nas cozinhas e o vencimento não paga o tratamento de saúde como fisioterapias, medicamentos e a própria alimentação. Chega a ser vergonhoso... Este PL sendo aprovado, dará um pouco de dignidade, reconhecimento e valor.

    ANDREA DA SILVA LEAL 23/03/2026
    2
  • Ponto negativo: Infelizmente, ao que aparenta o projeto em seu artigo de número 2, apresenta que se faz necessário cobrir estes profissionais que estão em segundo plano dentro da rede pública de ensino mas: 1. Não cita quais os profissionais envolvidos direta e indiretamente; 2. Não é claro na proposta de quê: se faz necessário ter o ensino médio concluído ou se serão beneficiados apenas cargos com pré requisito o ensino médio. Se for o segundo entendimento, os profissionais permanecem invisíveis diante da PL.

    AARON FREDERICK VASCONCELOS GOERSCH 06/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Ter que esperar o tempo de até 3 anos pra receber que por Direito e nosso já é um ponto negativo temos que tirar nosso pl do PLN queremos mudança já é pra ontem já são 10 anos de lutas

    JOYCE FERNANDA GEZUINO DA SILVA 05/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Valorização de todos. Desde de merendeira ao porteiro precisamos ser visto por pessoas tanto financeiras e tanto pelas pessoas não somos valorizadas(o)

    JOYCE FERNANDA GEZUINO DA SILVA 05/03/2026
    6
  • Ponto negativo: Precisa de uma foram juridica de punir administrações que não paguem esse reajuste aos servidores, ou as prefeituras e estados buscarão uma forma de contornar ou desviar tal valor.

    ALERSON DANTAS DA COSTA 05/03/2026
    3
  • Ponto positivo: Há uma necessidade absurda de que haja um aumento para a área administrativa e de apoio à educação. Hoje você corre risco dentro da escola, sendo ameaçado por alunos e até por pais. Vemos com frequência casos de servidores sendo mortos, ameaçados ou machucados, e tudo isso recebendo um salário ínfimo.

    ALERSON DANTAS DA COSTA 05/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Ñ tem ponto negativo, é como ja disseram outros colegas a educação brasileira só tem a ganhar pois a educação ñ se faz somente com professores, ñ tirando o seu mérito, mas como tambémo milhares de profissionais de apoio q contribuem para o bom funcionamento dela.

    FRANCISCO DE ASSIS SILVA 04/03/2026
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.