Enquete do PL 2486/2021

Resultado

Resultado final desde 07/07/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 42 17%
Concordo na maior parte 4 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 3%
Discordo totalmente 184 78%

O que foi dito

Pontos mais populares

O sistema confef/crefs nunca representou os professores de educação física, não o reconhecemos! Trata-se de uma entidade que atua arbitrariamente de forma corporativa e movido pelos interesses privados, estes atrelados à lógica do mercado. Da mesma forma, este PL sustenta esta mesma lógica. Pelo fim do Confef e dos crefs. É isso que importa!

Adriana Machado Penna 15/09/2021
4

Esse PL, como o próprio sistema Confef/Crefs, não representa xs professorxs de Educação Física. Torna-se importante que as legendas partidárias façam uma ampla pesquisa sobre como agem esses conselhos. Será outro grande erro tentar corrigir o erro feito em 1998, com a criação da Lei 9696. Por isso dizemos que não nos representa o sistema Confef/Crefs.

Edivan 15/09/2021
32

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Alguém pode explicar-me como o Confef se fundamenta numa lei que o cria e ainda assim não entende a própria lei tangendo a categoria como bem entende causando divisões, retrocessos e abusos morais e profissionais? Não dá pra escapar nem do estereótipo que a categoria recebe de "todas" as demais áreas de sermos jumentos se esta organização faz um trabalho tão bem feito.

    MARCILIO FLAVIO DE OLIVEIRA MELO JUNIOR 05/06/2022
    1
  • Ponto negativo: O Cref é um órgão desnecessário, cobra caro para não fazer nada que preste. Só arrecada

    Renato Maziero 01/06/2022
    2
  • Ponto negativo: - Má qualidade na forma de fiscalização regional; - Ocultação de decisões onde em sua maioria é única e centralizadora; - Atendimento precário dentro das Unidades regionais; - Informações muito mal esclarecidas.

    JUNIOR MARADONA 12/04/2022
    3
  • Ponto positivo: Organização Profissional

    JUNIOR MARADONA 12/04/2022
    1
  • Ponto negativo: Como que um conselho se diz PROFISSIONAL e cobra taxa de anuidade de Pessoa Jurídica???....alguém explica o sentido disto??? Haja visto que para tal (existir uma Academia CNPJ) o mesmo se faz necessário um Responsável Técnico. Portanto vou repetir: "Alguém explica o motivo pelo qual o CONFEF/CREF cobram de Pessoas Jurídicas?"

    Marcelo Guerra 12/04/2022
    3
  • Ponto positivo: Organização profissional

    Marco Angelo 11/04/2022
    1
  • Ponto positivo: O Sistema CONFEF/CREFs tem protegido a Educação Física em vários aspectos: obrigatoriedade das aulas de Educação Física em toda a Educação Básica. Defesa da permanência da Educação Física na nova Lei do Ensino Médio. Luta pela permanência de profissional habilitado e pela qualidade das aulas em toda a Educação Básica. Contribuiu e incentivou a aprovação da Lei da essencialidade da Atividade Física e do Exercício Físico em vários Estados e Municípios. Bom os profissionais que têm quem os defenda

    Elisabete Laurindo 07/04/2022
    2
  • Ponto negativo: Este conselho não nos representa

    Paulo Vitor Costa 17/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Recriar uma profissão sem a participação da categoria é crime contra a mesma. Não existe interesse em evoluir a profissão ou proteger a categoria. Pois a proposta visa manter as mesmas pessoas no confef as quais não representam a categoria!

    Rodrigo Alves Andrade 15/02/2022
    2
  • Ponto negativo: O sistema cref/confef é uma entidade corporativa, arbitrária e com interesses exclusivamente capitalistas. Está muito distante dos interesses socioculturais dos/s professores/as de Educação Física. E sua fiscalização baseada em legalidade é descabida, visto que os diplomados/as por IES reconhecidas pelo MEC, tem autorização e comprovação legal para o exercício profissional legítimo.

    Adriane Corrêa da Silva 18/09/2021
    8

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2318/2026

    Altera a Lei nº 13.327, de 29 de julho de 2016, para dispor sobre o tratamento orçamentário dos honorários advocatícios de sucumbência.

  2. PL 2511/2023

    Dispõe sobre o salário profissional nacional dos Condutores de Ambulância.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 252/2024

    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.