Enquete do PL 2337/2021

Resultado

Resultado parcial desde 25/06/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 374 4%
Concordo na maior parte 208 3%
Estou indeciso 38 1%
Discordo na maior parte 1.031 15%
Discordo totalmente 5.382 77%

O que foi dito

Pontos mais populares

Uma vez que existe a necessidade de reduzir impostos, o mais correto neste momento seria reduzir os gastos.

Silvio Sergio 28/06/2021
239

Discordo totalmente, além de ser já tributado na fonte, com esta PL muitos investidores deixarão de investir, e o desenvolvimento imobiliário do Brasil iria regredir muito.

Moisés Eduardo 28/06/2021
598

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 1502 encontrados.

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  • Ponto negativo: Retrocesso!

    Gisele Lopes 13/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Perfeito. Tem que parar de jogar tudo nas costas dos assalariados.

    Ricardo Iatoran 07/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Toda mudança no regime tributário que prevê perca de receita deve estar atrelado ações para minimizar os impactos dessa situação, como revisão de despesas, aumento da eficiência na arrecadação. Assim, planos plurianual - PPA elabora no primeiro ano de mandato do presidente da República deve orienta a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA).

    Dr. Thiago Aguiar 16/03/2024
    0
  • Ponto positivo: A proposta de lei "para isentar quem ganha até R$2,500,00" vai no encontro do principio da capacidade tributária (quem ganha menos paga menos e quem ganha mais paga mais) Logo indiscutível que a grande maioria da população está nessa faixa de quem ganha menos. Por isso positiva esse aumento quanto a base de calculo do IR.

    Dr. Thiago Aguiar 16/03/2024
    0
  • Ponto negativo: É com base no lucro da empresa que tem altissimas taxas em cima e se você se você vender a cota é cobrado 15% do lucro. O valor recebido depende completamente da inflação, e se a empresa falir tudo é perdido sem sequer o governo ajudar. Levem em consideração também que leva cerca de 40 anos investindo com o salario minimo pra chegar em um valor decente e que com o custo de vida atual do pais , seria necessário um salario minimo 6x maior que o do atual para uma pessoa ter uma vida decente.

    DIOGO PINHEIRO DE LIMA DOS SANTOS 11/03/2024
    1
  • Ponto positivo: Em todo o mundo a distribuição de lucros eh tributada. Por que o Brasil seria diferente ?

    Marcio Fernandez Marcio 22/02/2024
    0
  • Ponto negativo: Não concordo com imposto sobre dividendos. Já pago IR e já acho injusto demais. Pagar porque trabalhou, que bacana! Atualizem a bendita margem do IR porque a atual é mais injusta do que a injustiça que é esse imposto.

    Brigida Paiva 12/07/2023
    0
  • Ponto positivo: Reduz a quantidade de imposto, resumindo em duas apenas, maravilha! Mas de que adianta um monte de nomenclatura se transformar em duas se o valor a ser roub... cobrado é o mesmo?

    Brigida Paiva 12/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Discordo totalmente. Ganho muito pouco em dividendos e não chega a 350 reais. Estou tentando criar uma fonte alternativa de rendimento e isso ai vai comer uma grande parte do que quase tenho de retorno. Nem adianta citar que outros países taxam dividendos. Eles tem faixa de isenção alta. Aqui já quer cobrar imposto em cima de 1 real em dividendos

    Ricardo B 17/05/2023
    2
  • Ponto negativo: Com 100 reais no Brasil da mal pra comprar uma peça de roupa, um absurdo essa taxação. Isso é um desgoverno, parem de taxar os pobres.

    Isabelle Pinheiro 13/04/2023
    5
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  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.