Enquete do PL 2336/2021

Resultado

Resultado final desde 25/06/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 51 84%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 7 12%

O que foi dito

Pontos mais populares

Acaba com o monopólio das grandes emissoras e abre espaço pra até mesmo os próprios clubes colocarem imagem do jogo ao vivo nos seus canais de YouTube e em seus perfis de Facebook, Twitch...

Rodrigo Oliveira 07/07/2021
5

O Brasil está virand uma piada pronta mesmo. Essa "ideia" é totalmente populista. Não tem lógica propor algo assim. Algumas organizadas como a do flamengo, por exemplo, sequer podem entrar no estádio devido problemas com a polícia este mesmo o próprio clube. Projeto de quem nao tem a menor noção de como funciona o futebol brasileiro, e as muitas associações com o crime organizado que as torcidas organizadas possuem. Lamentável alguém cogitar uma PL dessas. O BRASIL NAO É PARA AMADORES!

Fabiano Costa 14/07/2021
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: Será benéfico para o torcedor, pois deixaremos de ter partidas no escuro (sem transmissão). Também dará mais poder de negociação aos clubes, favorecendo aos que tem maior competência administrativa.

    Mauro A. Gonçalves 16/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Corrigindo injustiça histórica.

    Aldemar Pereira 14/07/2021
    1
  • Ponto negativo: O Brasil está virand uma piada pronta mesmo. Essa "ideia" é totalmente populista. Não tem lógica propor algo assim. Algumas organizadas como a do flamengo, por exemplo, sequer podem entrar no estádio devido problemas com a polícia este mesmo o próprio clube. Projeto de quem nao tem a menor noção de como funciona o futebol brasileiro, e as muitas associações com o crime organizado que as torcidas organizadas possuem. Lamentável alguém cogitar uma PL dessas. O BRASIL NAO É PARA AMADORES!

    Fabiano Costa 14/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Vivemos em um país onde existe um grande número de pessoas que ainda não possuem sequer televisão aberta digital. Entendo que o direito de arena deve ser do clube "mandante", entretanto chamo a atenção o fato que se por acaso um clube vender seus direitos somente para uma emissora que não possua capilaridade de tv aberta , automaticamente aquele cidadão que tinha como diversão ver o seu clube do coração jogar em uma emissora aberta não irá conseguir vê-lo. Saliento também minha adesão às 4 emend

    isaias cleber martins goncalves 13/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Venho por meio desta pedir que a aprovação deste projeto de lei seja feita sem nenhuma emenda. Não havendo emenda, para mim está ótimo. Abaixo ao monopólio no futebol brasileiro.

    Gustavo Silva 13/07/2021
    3
  • Ponto positivo: É a verdadeira liberdade que se precisa no mundo dos negócios particulares, sem a interferência do estado privilegiando uma das partes. O esporte profissional é um tipo de entretenimento e como os demais deve ter a liberdade de negociação. Os meios de comunicação, clubes e times serão livres para negociarem os direitos de imagem como for do interesse de cada um.

    antonio 08/07/2021
    3
  • Ponto positivo: Acaba com o monopólio das grandes emissoras e abre espaço pra até mesmo os próprios clubes colocarem imagem do jogo ao vivo nos seus canais de YouTube e em seus perfis de Facebook, Twitch...

    Rodrigo Oliveira 07/07/2021
    5

Enquetes populares nesta semana

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    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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