Enquete do PL 2297/2021

Resultado

Resultado parcial desde 23/06/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 54 4%
Concordo na maior parte 14 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 32 2%
Discordo totalmente 1.408 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

Autoritarismo próprio de quem serve aos interesses da manipulação social. Não é pelas crianças... é para quem finacia o controle social.

Aguiar Ranylson 16/12/2021
72

Além de ser uma PL que reforça autoritarismo e remove liberdades individuais, que são constitucionais, isso vai onerar em muito a maquina publica, vai trazer mais custos e não vai ser efetivo, pois se a preocupação é realmente cuidar do povo, deveria se trabalhar para proteger as famílias de milícias criminosas que usam jovens e crianças para o tráfico, combatendo a liberdade do crime organizado ao invés de tirar a liberdade de famílias que zelam pelos seus filhos.

Giancarlo ABAP Lombardi 15/12/2021
65

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 119 encontrados.

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  • Ponto negativo: O direito dos pais sobre a educação dos filhos é um direito natural. Aqueles que querem terceirizar a escolarização ao Estado que tenham essa possibilidade, mas o que não querem tbem devem ter sua escolha resguardada.

    Yohana Maria Gomes da Costa e Vianna Rangel 13/03/2022
    0
  • Ponto positivo: A educação deve algo de interesse dos pais. Se há essa possibilidade de ensinar em casa, isso deve ser respeitado. A escola de e ser mantida para os pais que querem matricular seus filhos, porém, não deve ser uma obrigatoriedade governamental, já que somos um país democrático.

    Maria Do Carmo Duarte 01/03/2022
    1
  • Ponto positivo: Não vejo pontos positivos nesta obrigação, a educação das crianças são dos pais e não das escolas.

    sarley paiva 11/01/2022
    7
  • Ponto negativo: Fazer leis que sobre pontos que são de obrigação de Estado e Município e jogar as contas para a Federação pagar é errado. Querer obrigar o comparecimento de crianças em escolas despreparadas para recebê-las, é errado. Melhorem a formação dos professores, melhorem o ambiente escolar, melhorem a segurança no entorno das escolas que vocês verão as crianças voltarem a se interessar pela escola.

    Andrea Luporini-Wilson 02/01/2022
    9
  • Ponto negativo: Esse pl poderá perseguir pais adeptos ao homeschooling. As escolas públicas estão indo de ruim a péssimas, drogas,funk,brigas, ameaças e muita doutrinação marxista. Os pais não podem opinar na educação do próprio filho ? Não é o que diz o artigo 12 do pacto de San José da Costa Rica. 4 : Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

    Elaine lima BR 29/12/2021
    12
  • Ponto negativo: Enquanto não for reconhecida a prática da educação domiciliar como forma concreta, útil, positiva e saudável de exercício do direito à educação em nosso país, um projeto como este pode ser utilizado para oprimir as famílias com a mão do poder estatal, mesmo que na sua redação não se proponha primeira ou principalmente a isto.

    Luís Augusto Rodrigues Domingues 28/12/2021
    11
  • Ponto negativo: As escolas públicas de nosso país estão lotadas de drogas, de doutrinação que nada contribuem para o futuro dessas crianças e adolescentes. Deixe que os pais decidam qual a melhor educação para seus filhos!

    Miriã Paulino Rafael 28/12/2021
    4
  • Ponto negativo: Simplesmente um absurdo, a liberdade está por um fio neste país.

    Claudia Pereira Hallal 28/12/2021
    2
  • Ponto negativo: Deixem nossas crianças em paz. Os pais tem o direito de escolher o que é melhor para seus filhos. O Estado toda hora tentando interferior em tudo .

    Juliana Missio 27/12/2021
    3
  • Ponto positivo: Ninguém tem que ser tutelado pelo Estado. Use outro método de inclusão das crianças nas escolas. Tem que ser por convencimento.

    Mauro D Arezzo 27/12/2021
    17
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.