Enquete do PLP 97/2021

Resultado

Resultado final desde 22/06/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 227 97%
Concordo na maior parte 6 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O PLP prevê mais e melhores condições para o Inep ter autonomia administrativa e técnica necessária, contando com uma estrutura de gestão colegiada e com seus gestores selecionados segundo critérios técnicos e acadêmicos. Isso leva o Inep a ter a estabilidade necessária para concretizar suas competências institucionais e subsidiar o MEC na proposição, implementação, monitoramento e avaliação de suas políticas educacionais, ao serem trazidas à luz as reais condições da educação no Brasil.

Renato Santos 23/06/2021
10

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

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  • Ponto positivo: A independência é muito importante. As pesquisas de avaliação na área da educação precisa ter autonomia de partidos e de governos. O INEP faz pesquisas de muita qualidade e com compromisso com a política pública

    Monica Abranches 28/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Com uma gestão mais estável, as políticas públicas avaliadas pelas pesquisas e estudos do Inep serão melhor observadas pela população. Além disso, o Inep poderá ter maior continuidade nas ações que desenvolve, permitindo aprimorar seus projetos e reforçar sua posição enquanto órgão que amplia a inclusão social, como ja faz com o Enem, que permite que uma pessoa do Acre hoje em dia concorra em maior igualdade pelas vagas das melhores universidades de São Paulo.

    André Pedro 25/06/2021
    1
  • Ponto positivo: Autonomia do órgão. Eficiência na educação. Motivação para os servidores.

    Nilma alves galdino de lacerda 24/06/2021
    1
  • Ponto positivo: As políticas públicas formuladas pelo MEC, em grande medida, são avaliadas pelos produtos entregues à sociedade pelas pesquisas educacionais, censos, avaliações e exames executados pelo Inep. A autonomia entre Inep e MEC chega a ser um requisito de conformidade para que garantir a preservação da autenticidade de quaisquer evidências técnicas, sejam elas favoráveis ou não ao status quo político do momento.

    Marcelo Pontes 24/06/2021
    1
  • Ponto positivo: Assegura a necessária autonomia do Instituto incumbido de produzir evidências científicas capazes de diagnosticar a real e efetiva situação da educação básica e superior no Brasil com visão de Estado e independente de ideologias sócio-culturais circunstanciais e de matizes político-partidárias. Em países referência em educação, o modelo prevalente é o que NÃO subordina o Instituto de pesquisas educacionais a nenhuma pasta de Governo. Nessa linha, Portugal é um bom exemplo.

    Marcelo Pontes 24/06/2021
    1
  • Ponto positivo: É preciso melhorar sempre

    Maria Auxiliadora Rocha Gomes 24/06/2021
    1
  • Ponto positivo: O Inep é uma autaquia federal responsável por subsidiar as políticas educacionais de educação por meio de coleta e sistematização de dados educacionais e concepção e aplicação de exames e avaliações nacionais e internacionais (em regime de cooperação) no ensino médio e superior.

    Anarcisa de Freitas Nascimento 24/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Autonomia

    Adriana Rodrigues 24/06/2021
    1
  • Ponto positivo: A construção de evidências e subsídios no campo da educação que permitam a formulação e implementação de políticas e programas educacionais é a base de uma sociedade avançada. E isso não se faz com profissionais de alto conhecimento técnico que sejam desestimulados por uma carreira precarizada. Um Inep forte gera não uma política de governo forte, mas uma política de estado forte, baseada em evidências científicas e independente. Por isso o PLP 97/2021 é tão importante, estratégico e oportuno.

    Edison Fernandes 23/06/2021
    1
  • Ponto positivo: Valorizar a área técnica

    Girlene Jesus 23/06/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei