Enquete do PL 2270/2021

Resultado

Resultado parcial desde 22/06/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.035 98%
Concordo na maior parte 4 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 5 0%
Discordo totalmente 20 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

A tecnologia no mundo atual é totalmente estratégica, principalmente quando falamos de dados da sociedade, onde o governo pode mensurar e trabalhar de maneira eficiente as políticas públicas. A Dataprev, quanto o Serpro possuem um papel importantíssimo nessa questão, pois são empresas públicas que mostraram e mostram ao decorrer dos tempos, a sua eficiência na qualidade e o comprometimento com o cidadão brasileiro todos os anos. Conto, como brasileiro, que ambas continuem públicas!!!!!!!

alexandre Rizzuto de Oliveira 29/12/2021
45

O PL deveria ser mais audacioso colocando o caráter estratégico da Tecnologia no Governo. Necessidades da sociedade em Tecnologia não são executadas pois as Empresas Públicas não tem a autonomia para disponibilizar soluções à sociedade, é necessário que exista um "patrocinador" ou "autorizador" de um órgão público . Acredito que o PL deva evoluir de maneira que as citadas entidades possam se fortalecer em uma só e com uma agenda estratégica que possa ser aprovada pela Alta Direção do Executivo.

Lindomar Oliveira 27/12/2021
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

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  • Ponto positivo: Os dados dos cidadãos são o maior bem digital que existem. Devem ser protegidos e guardados pelo governo brasileiro exclusivamente.

    DANIEL AUGUSTO TARCIA ANDREAZZI 29/04/2026
    0
  • Ponto positivo: É essencial reconhecer o histórico exemplar de segurança e competência das empresas públicas de processamento de dados do Brasil — entre elas, o SERPRO, a Dataprev, a Celepar e diversas outras instituições que há décadas garantem a integridade das informações de milhões de cidadãos. Essas entidades contam com equipes altamente capacitadas, tecnologia de ponta e um compromisso inegociável com o interesse público.

    RICARDO LARA BENATTI 19/03/2026
    0
  • Ponto positivo: Não é seguro que grandes empresas privadas do campo da informática tenham livre acesso de manipulação de dados essenciais da população, em sua maioria sigilosos.

    Rafael de Carli 30/11/2022
    6
  • Ponto positivo: É preciso lembrar o histórico de segurança da guarda de dados pelo SERPRO. O SERPRO possui equipes altamente treinadas e qualificadas para evitar e bloquear qualquer tipo de ataque malicioso ou de hackers. Não podemos deixar dados sensíveis de todos os cidadãos brasileiros sob a guarda e proteção de empresas privadas que nunca terão o mesmo interesse e zelo que o próprio Estado Nacional Brasileiro. Não devemos trocar o certo pelo duvidoso e muito menos abrir mão de nossa soberania nacional.

    DANIEL PANTOJA FRANCO 30/11/2022
    6
  • Ponto positivo: Não podemos correr o risco dos dados dos Brasileiros cair mão de uma empresa Particular.

    Luiz de Freitas 29/11/2022
    3
  • Ponto negativo: Não há nenhum, muito pelo contrário, este PL garantirá a nossa soberania e a segurança das informações estratégicas do Estado brasileiro.

    Mário Evangelista da Silva Neto 29/11/2022
    5
  • Ponto positivo: Privatizar SERPRO e DATAPREV significa entregar informações estratégicas e todas as contas do Governo para empresas tipicamente internacionais, com serviços dolarizados pagos em reais, que se traduzem em reflexos na nossa balança comercial. Além disso, terão o código-fonte de todos os sistemas e farão o que quiserem e ninguém tomará conhecimento do que fizerem. O governo, refém destas empresas, repassará os custos para a população, que passará a pagar por serviços que hoje são gratuitos.

    Mário Evangelista da Silva Neto 29/11/2022
    1
  • Ponto positivo: Só a União pode garantir a segurança dos dados de cada cidadão!

    Ulisses Pereira Coelho da Silva 03/02/2022
    9
  • Ponto positivo: O que vi de negativo abaixo é positivo porque não acontece. O governo já tentou acessar dados para usar pra si e contra os outros e foi negado. Se vazar dados sensíveis, pricessa-se o governo. E se tem uma coisa na mão poderosa: o Voto. Caso, o governo venha esgarçar as instituições e usar dados, não se deve votar nele e em seus apoiadores. E temo que implantar já uma democracia participativa. Alguém acha que seus dados estão seguros hoje em mais privadas? Os meus já vazaram por uma telefônica.

    Fábio Santos 22/01/2022
    6
  • Ponto positivo: Segurança para o cidadão que somente o Estado pode garantir .

    Vera Lotif Santiago 22/01/2022
    10
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  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.