Enquete do PL 2164/2021

Resultado

Resultado parcial desde 11/06/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 14 3%
Concordo na maior parte 3 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 11 1%
Discordo totalmente 768 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

A gas nunca lesou ninguém!!! Sempre cumpriu com seus clientes e esta sendo prejudicadas pela justiça em nao conhecer o mercado digital.

Leandro Soares Lessa 17/10/2021
2

Não tem nenhum ponto positivo! Tirar dinheiro de gente honesta para pagar o que o governo não consegue fazer? Já pagamos muitos impostos para isso! Simplesmente devolvam o dinheiro as pessoas envolvidas. São mais de 300 mil famílias passando necessidades por um dinheiro apreendido de forma injusta. A G.A.S. sempre foi uma empresa idônea. O que vocês estão fazendo é um absurdo!

Heberth Alves 22/10/2021
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 188 encontrados.

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  • Ponto negativo: não tem pontos negativos.

    Maristela Marinho 22/10/2021
    0
  • Ponto positivo: se é fruto de roubo, tráfico, perdido e a união resgatou melhor usar na saúde do que perder de vez.

    Maristela Marinho 22/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Não tem nenhum ponto positivo! Tirar dinheiro de gente honesta para pagar o que o governo não consegue fazer? Já pagamos muitos impostos para isso! Simplesmente devolvam o dinheiro as pessoas envolvidas. São mais de 300 mil famílias passando necessidades por um dinheiro apreendido de forma injusta. A G.A.S. sempre foi uma empresa idônea. O que vocês estão fazendo é um absurdo!

    Heberth Alves 22/10/2021
    2
  • Ponto negativo: Câncer não é a única doença mortal que ataca o brasileiro. A proposta seria menos assombrosa ao patrocinar o sistema de saúde sem distinção, ou no máximo aplicado aos casos de risco de morte iminente.

    Raul Brandião Nogueira 20/10/2021
    0
  • Ponto positivo: A G.A.S. é uma empresa idônea que faz trade com criptoativos, não lesou nenhum dos clientes e está sob investigação da justiça e, mesmo assim teve os criptoativos confiscados com a justificativa de ressarcimento aos clientes. Existem outras empresas que lesaram os seus clientes e também estão sendo investigadas. Nas duas situações os valores pertencem aos clientes e tem sua origem lícita, um projeto de lei que utilize destes valores é injusto e estará prejudicando os clientes.

    Anderson Abreu 20/10/2021
    0
  • Ponto negativo: E o meu valor que o MP bloqueou? O MP existe pra defender os interesses do povo? Não está fazendo. Está defendendo quais interesses e de quem? Zero reclamações dos parceiros e contratantes. Acorda Brasil.

    edu1974esa 19/10/2021
    0
  • Ponto positivo: Ta feio demais o que esta acontecendo, estao forçando esse absurdo, cometendo vários crimes inconstitucionais contra a g.a.s e o gladson, fica parecendo que é a mando de pessoas ou grupos, e sobre essa lei, convenhamos né.. Só facilita para os corruptos terem mais uma fonte de renda...

    Daniel Rosa 19/10/2021
    0
  • Ponto negativo: O governo vai roubar as pessoas que já estão passando dificuldades por causa dessas empresas ? O correto não é devolver para as famílias não ? Qual é a dificuldade de o governo entender isso?

    Magno Santana 19/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Discordo totalmente em enviar o dinheiro da "GAS CONSULTÓRIA" PARA O SUS, Aliás esse dinheiro é dos investidores, e não dá GAS em si, cada um de nós investidores temos provas de onde saiu o nosso dinheiro investido, podemos provar, foi com muito trabalho, agora querer pegar o nosso dinheiro e da para o SUS? É um absurdo, o dinheiro são dos investidores

    Beatriz Venancio 19/10/2021
    0
  • Ponto positivo: nunca lesou ninguém nesses quase 10 anos, na pandemia pagava antecipado e nunca jamais concordarei com isso q o APL quer fazer.

    Alef Braz 19/10/2021
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei