Enquete do PL 2140/2021

Resultado

Resultado final desde 10/06/2021

Opção Participações Percentual
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Discordo totalmente 20 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

as empresas habilitadas a negociar, ja cobram altas taxas para a compra de criptomoedas, agora essas empresas devem pagar ao governo o imposto. agora vamos ser taxados quantas vezes pra tentar sobreviver. chega de taxas menos e mais Brasil.

Lina Souza da Cruz 16/06/2021
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A incapacidade do Brasil de atrair investimento em instituições financeiras nacionais, não deve penalizar os detentores de criptoativos com carga tributária sobre o cidadão. Para aumentar a concorrência das instituições financeiras e o equilíbrio em relação aos criptoativos, deve-se baixar impostos sobre lucros em investimento financeiros tradicionais A negociação de criptoativo não pressupõem qualquer promessa de altos lucros. Trata-se de um investimento com seus devido grau de risco.

Edson BenTes 16/06/2021
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto negativo: Ainda não entenderam que criptomoedas se trata de um investimento descentralizado totalmente a parte de qualquer estado ou nação. Querem controlar o real, controlem, já fazem isso sempre com o descontrole de inflação e juros altos. Agora cobrar imposto sobre criptomoedas é totalmente fora do poder estatal. Simplesmente sem sentido algum!

    Fernando Lorscheiter 24/11/2021
    0
  • Ponto negativo: É mentira que não há tributação de imposto. A conversão de criptoativos em BRL já obriga a apuração através do ganho de capital com alíqutoa de 15%. Essa regra já existe! O que vocês querem é controlar o cidadão

    Ricardo 09/09/2021
    1
  • Ponto positivo: as empresas habilitadas a negociar, ja cobram altas taxas para a compra de criptomoedas, agora essas empresas devem pagar ao governo o imposto. agora vamos ser taxados quantas vezes pra tentar sobreviver. chega de taxas menos e mais Brasil.

    Lina Souza da Cruz 16/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Não acho que a regulamentação da criptomoedas vai trazer um benefício para Brasil. Já que ele é uma moeda descentralizada, todos sabem pesquisaram sobre. Brasil é um país atrasado sobre tecnologia como darao de conta com essa regulamentação já são criptografadas. Binance BLOCKCHAIN etc não permitirão o acesso. Pensam que tudo é tributo, mais não tem benefícios aqui no país ! Projeto de lei de m*

    Johnatan Felipe 16/06/2021
    1
  • Ponto negativo: A incapacidade do Brasil de atrair investimento em instituições financeiras nacionais, não deve penalizar os detentores de criptoativos com carga tributária sobre o cidadão. Para aumentar a concorrência das instituições financeiras e o equilíbrio em relação aos criptoativos, deve-se baixar impostos sobre lucros em investimento financeiros tradicionais A negociação de criptoativo não pressupõem qualquer promessa de altos lucros. Trata-se de um investimento com seus devido grau de risco.

    Edson BenTes 16/06/2021
    1

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  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 824/2026

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  6. RIC 814/2026

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