Enquete do PL 2048/2021

Resultado

Resultado parcial desde 07/06/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 5%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 7 3%
Discordo totalmente 202 91%

O que foi dito

Pontos mais populares

A UFES é tradicional. Com sucateamento das universidades, não vai ter verbas para concurso, pesquisa e vai acabar fechando.

RAMON SANTOS DE MINAS 20/10/2021
2

O fracionamento da Ufes comprometeria seu desempenho acadêmico e administrativo, e também sua produção científica, que possui indicadores significativos, de acordo com a aferição de diferentes rankings nacionais e internacionais. Além disso, a proposição vir de fora da própria Ufes afronta a autonomia universitária, garantida no art. 207 da Constituição.

Lidia Neves 20/10/2021
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto positivo: A nova universidade pode ser uma nova ponte para o desenvolvimento regional e estadual com benefícios econômicos profundos numa sociedade carente , aumentando as oportunidades para mês mesma região ao qual está inserida.

    Saulo Assis da Rocha 22/10/2021
    0
  • Ponto positivo: evita-se contratar mais professores militantes que não ensinam além de virar cabide de empregos.

    Maristela Marinho 22/10/2021
    0
  • Ponto negativo: A experiência recente com a criação de universidade por desmembramento mostra que as novas instituições ficaram à míngua de recursos para a implementação da infraestrutura própria. Além disto, o projeto proposto não atende aos princípios de razoabilidade, eficiência, economicidade, uma vez que não atende área carente dos serviços propostos, não está à distância de Vitória que prejudique sua atual gestão e gera aumento de gastos.

    Otávio Tavares 22/10/2021
    2
  • Ponto negativo: A UFES vem sendo uma oportunidade muito boa para estudantes que dependem de escolas públicas, e não há necessidade de criar outra universidade, além do mais seria somente uma desculpa pra ter mais desvio de recursos, e acabar com o pouco que temos de universidade públicas no país, a Universidade Federal do Espírito Santo não precisa de filiais ou de ser "desmanchada" e sim investida pra que outros alunos que sonham e cursar faculdade no futuro e agora em pleno a tudo realizem seus sonhos...

    Allan Klippel da Rocha 21/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Além da "nova" universidade não herdar os sistemas administrativos já consolidados, projetos acadêmicos ou científicos da UFES, deve-se levar em consideração que cada móvel e equipamento existentes hoje são patrimonio da UFES, o que pode deixar a "nova" universidade ainda mais carente estruturalmente tanto na parte acadêmica quanto científica. Há ainda rejeição por parte dos alunos e professores a tal projeto que é totalmente desestruturado.

    Jussara Oliveira Gervasio 21/10/2021
    8
  • Ponto negativo: O sul do Espírito Santo já tem uma Universidade Federal e ela se chama UFES. Não haverá a criação de uma instituição e sim o desmembramento da UFES, quem nos garante que o descaso não será pior a ponto do fechamento da UFES em Alegre?

    Laira Aquino 21/10/2021
    1
  • Ponto negativo: mais uma maquina de moer dinheiro "publico".

    Frederico Michelini 21/10/2021
    0
  • Ponto negativo: A UFES com todo seu histórico, apresenta no campus de alegre um dos melhores cursos de agronomia do país. E essa mudança organizacional na faculdade tem muita chance de perder o prestígio que tem por ser diretamente ligada a UFES.

    Joao Ribeiro 21/10/2021
    1
  • Ponto negativo: Nós, enquanto alunos da UFES, já estamos sofrendo com uma série de cortes que preacarizam cada vez mais a estrutura da universidade. Este projeto quer criar 2 universidades mais empobrecidas ainda, o que resultaria em baixissimos desempenho acadêmico e produtivo (o argumento que eles precisam para lançar nossas universidades públicas na mão da iniciativa privada).

    Hannah Alcure 21/10/2021
    1
  • Ponto negativo: A criação (desmembramento) de uma Universidade não pode ser conduzido à revelia de seus usuários, servidores técnicos e docentes, funcionários e alunos, deve ser um debate amplo, democrático, com planejamento, com seriedade, educação é coisa séria, esse desmembramento gera investimentos altos que devem ser custeados pelo tesouro nacional, antes de pensar nisso, deve-se pensar em revogar o teto de gastos e aí sim voltar a investir no país e parar de fazer bonito pra banqueiro e investidor!

    Paulo Alvarez 20/10/2021
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. INC 119/2026

    Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a adoção de providências para a prorrogação do prazo de validade do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2024 e de demais concursos públicos federais cuja validade se encerra em 2026, bem como para o aproveitamento do cadastro de reserva, com chamamentos sucessivos até seu esgotamento, visando à recomposição da força de trabalho, ao provimento de vagas e à recomposição de vacâncias.

  5. PL 1111/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre a idade máxima dos veículos destinados à formação de condutores.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição