Enquete do PL 2028/2021

Resultado

Resultado parcial desde 01/06/2021

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 5.078 98%
Concordo na maior parte 71 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 26 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo totalmente, a área de saúde é a que mais cresce independente de crise e seus profissionais precisam ser valorizados, se não tem condições de manter abra outro tipo de comércio, saúde não é bagunça.

Michelli Esteves Ribeiro 10/06/2021
58

o piso deve ser ajustado ao faturamento(Ex. Imposto de renda, atualização de porte anual na Anvisa). Onde farmácias e drogarias de faturamento menor de 70mil pagariam o piso atual e as que faturam acima disso o piso de 8,3 mil.

Kassia Ribeiro 25/11/2021
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 198 encontrados.

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  • Ponto positivo: Mais que merecido nós empresários e empreendedores é dever aumentar salário dos farmacêuticos países afora ganham igualmente como os médicos.

    AMEI COSMÉTICOS BRASIL 12/02/2023
    0
  • Ponto negativo: Muitos iram ter que aceitar ganhar um pouco menos do que o piso para poder se empregar

    Arthur Arao da Silva Ferreira 20/09/2022
    0
  • Ponto positivo: Tem condições de pagar um salário justo e adequado para nós farmacêuticos

    Arthur Arao da Silva Ferreira 20/09/2022
    3
  • Ponto positivo: Para os colegas médicos (classe unida, não aceita migalhas), as empresas dão jeito no dinheiro para pagá-los. Porque pra outros profissionais não podem? É uma VERGONHA o bacharel em FARMÁCIA ter um piso menor que o nível técnico (jamais desmerecendo, todos devem ser valorizados). Com asFALTAS de medicamentos na pandemia, nosso trabalho nos batidores ao seSALVAR VIDAS foi NOTADO! Não se salvam vidas sem os farmacêuticos! TODAS as profissoes sao essenciais e devem ser valorizados, com piso digno.

    Leticia Nakonieczny 11/08/2022
    3
  • Ponto positivo: Valorização da profissão já! A indústria farmacêutica injeta muito dinheiro com as negociações comerciais em drogarias e isso precisa ir para o salário de quem é responsável pela mesma acumulando várias funções, no caso NÓS e não em comissão para praticarem empurroterapia, se sua empresa ñ paga comissão esse dinheiro vai para outro lugar e não é para nosso salário...isso precisa mudar!

    Kátia Crizol Mareco de Souza 23/06/2022
    4
  • Ponto positivo: Nossa profissão merece ser valorizada !

    Neilma Conceicao Santos 19/06/2022
    0
  • Ponto positivo: É uma categoria essencial na promoção da saúde da população, pois são os profissionais responsáveis pelos medicamentos, desde o seu desenvolvimento até a sua dispensação aos usuários. Além da sua atuação em várias outras áreas essenciais à saúde da população, como as análises clínicas, dentre outras.

    Sabrina Torres de Sousa 08/06/2022
    6
  • Ponto negativo: Apenas tenho medo do índice de desemprego subir. Além de serem necessárias fiscalizações constantes para atestar o cumprimento dessa lei.

    Claudia Caroline . 24/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Temos que valorizar essa classe.

    Rosângela Metzker Gois 22/05/2022
    2
  • Ponto positivo: Perfeito, uma excelente jornada de trabalho, que não é desgastante e possibilita nosso trabalho com um valor digno de salário base. Apoio totalmente.

    Raimundo Jeová Martins Mesquita 19/05/2022
    2
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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

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